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quinta-feira, março 26, 2020

Reflexões dos sábados...

15 de fevereiro de 2020
Caminhada hoje, da Vitória a Amaralina, muda o percurso, muda a paisagem, mudam os personagens que encontramos. Da Ladeira da Barra até o Cristo, lindo demais. Tinham muitos turistas no Porto, alguns com cara de argentinos, passei por uma muçulmana, cheia de roupa, da cabeça aos pés, só o rosto descoberto, nunca tinha visto em Salvador... Não era fantasia de Carnaval, com certeza... rs...
E vi tudo que tinha de ver do Carnaval deste ano, trio parado no Farol, hoje tem Furdunço (não conheço), os camarotes estão nos toques finais e as calçadas cheias de isopores da Skol. Perto do Barra Vento uma nuvem passageira, caiu a chuva de repente, me abriguei num Guarda Sol da Skol com uma vendedora, por uns 5 minutos.
Em Ondina, na praia, em frente ao Instituto de Reabilitação, várias pessoas com dificuldade de locomoção, acompanhadas por fisioterapeutas ou enfermeiras, tomando banho de mar. Bonito de ver!...
E a partir do Rio Vermelho nenhum vestígio de Carnaval !...(graças a Deus!)...
E depois dessa caminhada maravilhosa já posso tomar uma cervejinha, sem remorsos..
Bora tomar uma, que hoje é sábado!...
8 de fevereiro de 2020
Hoje é sábado, mas não houve caminhada, o tempo não ajudou.
Sábado passado, antes das 6h eu já estava na Orla, rumo à praia do Jardim Armação, por Júlia. Chá de Fraldas de Júlia. Grande ideia!... Afinal, filha de profissional de educação física e fisioterapeuta, tinha mesmo que ser asssim.. Começou com um Treinamento Funcional, depois Dança e um belo Café da Manhã.
Ao final do evento, rejeitei uma carona e voltei andando, refleti sobre isso: Por que não fazemos mais comemorações deste tipo? .. Antes do álcool e da comilança um evento com exercício físico: caminhada, corrida, futebol, vôlei...
Li na revista Saúde, que dados da OMS nos colocam como uma das nações mais sedentárias do mundo, apesar de termos muitas academias excelentes, sermos o país do futebol e termos tantas cidades litorâneas maravilhosas.
Lembro que minhas netas que moram nos States, o primeiro aniversário a que foram convidadas, foi em um Ginásio de Esportes onde tinham todos aqueles aparelhos que vemos nas Olimpíadas: barras, cama elástica, cavalo com alças, argolas... pelo menos para despertar o interesse das crianças.
Vamos Malhar, Gente!...


18 de janeiro de 2020
Sabe o que é acordar 4 da matina e perder o sono?.. Viro e reviro, nada. Lembro aquela canção do Roberto:”Por que que eu rolo na cama?”... rolo e enrolo, nada. Não é possível! Fui dormir tarde e tomei vinho!... ou é justamente por isso!.. depois de certa idade é assim... fluxo e refluxo!... Melhor levantar, ver besteirol na internet, ver o sol nascer.
E porque hoje é sábado, antes das 6h já estou no calçadão. E o dia está lindo, o reflexo do sol no mar e a jangada com os pescadores que vão puxar a rede na praia da Pituba. Cena digna de uma fotografia. Qualquer hora, vou ressuscitar minha máquina fotográfica e levar pra orla quando foi caminhar. Acho que ladrões não se interessam mais por esse objeto ultrapassado.
Quando começo a andar, a primeira mensagem que leio numa camiseta: “Saí, pra viver”. Amei. E mais adiante encontro um cara que vem cumprimentando todos que encontra: “Bom dia. Deus te abençoe!”. Maluco? Evangélico? Ou os dois?... Ops!... me repreendo.. por que não só dizer “Amém”, sem julgamentos?....

11 de janeiro de 2020
Caminhada curta porque ontem sextou!... e só ando antes das 10h...
Observo os transeuntes e suas indumentárias. E como os homens são mais simples que as mulheres: a maioria de short preto e camiseta. As mulheres com vários “modelitos” que vão dos shorts, a calças ou macacões de lycra, ou saídas de praias de várias cores ou estamparias, além de vários acessórios complementares.
São elas que colorem o mundo!...
E se refletimos sobre o guarda-roupa, para o homem basta 1 paletó (ABCDE – Aniversários, Batizados, Casamentos e Demais Eventos!), enquanto nós mulheres, um sufoco para não repetir roupas. E as meninas que publicam “selfies” nas redes sociais todos os dias, como fazem para não repetir o visual?... deve ser um problema!... rs Lembrei de um dos meus grupos de zap que estão planejando uma confraternização, alguém publicou uma foto de um evento anterior há 10 anos, e um carinha comentou: “Caramba! Ainda tenho essa camisa!.. vou com essa novamente”. Simples assim, e eu quero ver as fotos do passado para não ir com a mesma roupa!..
E por falar em vestimentas, ontem na sala de espera do cinema, vi um homem de barba preta, longa até o peito, de saia estampada colorida e sapato vermelho!... Fiquei admirada, claro!, pela coragem de ser diferente!... Viva a liberdade de se vestir...
28 de dezembro de 2019
Porque é o último sábado do ano, fui caminhar e pensar na minha própria retrospectiva 2019, inspirada no povo que foi ao Bonfim ontem, última sexta-feira, agradecer as bênçãos alcançadas.
Como tudo na vida, o ano teve seus altos e baixos, mas no balanço geral, muito mais a agradecer que a lamentar. Graças a Deus!... Não tenho religião, mas tenho fé, e a fé não costuma falhar!.. Família, muitos amigos, encontros felizes, viagem de sonho e tudo mais que gosto: livros, filmes, músicas e chocolates...
E por falar em livros, nas minhas andanças descobri João Ubaldo na Praça Nossa Senhora da Luz, lendo o seu Viva o Povo Brasileiro (desculpa aê, João Ubaldo, tentei ler esse livro e não consegui, abandonei), mas não perdia as ótimas crônicas dele nos jornais aos domingos.
Passei de carro um dia desses e fotografei João Ubaldo, do carro mesmo, tinha um cara na cena e resolvi ignorá-lo, mas esse percebeu e passou a fazer presepadas... rs
21 de dezembro de 2019
Caminhada sabática na véspera do verão... Caminho e leio as camisas que passam por mim, fazem me lembrar de um livro em que o autor sugere um exercício para resolução de problemas. Primeiro a pessoa reflete sobre a questão, em seguida faz uma pergunta ao Universo e esquece, não pensa mais naquele assunto. A resposta chegará em algum momento, geralmente de forma inusitada e inesperada, mas o autor da pergunta identifica que aquela é a resposta certa. Em um dos casos, de alguém que usou o método, a resposta foi encontrada numa frase em uma camisa... Vou absorta nessas lembranças quando alguém me entrega um panfleto: Santo Expedito!... minha resposta chegou antes de fazer a pergunta!...Amém!
Na Boca do Rio está sendo preparado o ambiente para o Réveillon e na calçada, de onde era o Clube do Bahia até as imediações do local da festa, está cheio de ambulantes com isopores vazios, então perguntei a um deles: “Tem algum evento hoje aqui?”... “Não, só estamos guardando lugar!...” “Como assim? Até quando?”.. “Até o dia 28!...” “Vocês vão passar Natal aqui?”... “Sim.. não podemos perder o lugar...”
E tinha barraca (de meio metro de altura), famílias, cachorro, enfim. estão acampados lá.. Só Santo Expedito nessa causa!
E a gente se queixa da vida!...

7 de dezembro de 2019

E hoje amanheceu nublado, muito calor, efeito estufa. Porque é sábado, fui eu para o calçadão. Na areia a moda agora é futevôlei (descobri o nome no Google), dois de cada lado da rede e a bola é passada para a quadra adversária no chute.
A polícia hoje estava de bike e o mar pra surfista, do Costa Azul ao Aeroclube, muitos pegando onda. E o óleo? Não ouvi mais falar. A grande mídia dizia que não haveria turismo no verão do Nordeste este ano, pois as praias estariam impróprias... Sabe de nada, inocente!
Voltei pela Avenida Manoel Dias da Silva, tenho observado ao longo dos anos que essa avenida reflete perfeitamente a situação econômica (melhor que a mídia, que a gente nunca sabe se acredita ou não). Quando a economia estava boa, não havia um imóvel comercial disponível. Há dois anos era só tristeza, tantas lojas fecharam, até gigantes como Ricardo Eletro, Insinuante e Tramontina. O que mais víamos eram pontos a venda ou para aluguel.
Agora aos poucos estão surgindo novas lojas (e não só farmácias!) , algumas estão em reforma. Há ainda uns 3 pontos bons fechados, mas a avenida já perdeu aquele aspecto de crise, felizmente.


23 de novembro de 2019

Dia de caminhar porque hoje é sábado. Durante a semana sou rata de academia, assumida. Calcei um tênis velhinho e confortável, resultado soltou a metade do solado e voltei arrastando como se fosse um chinelo...
E hoje vou falar sobre os cachorros... Só para esclarecer: eu a-d-o-r-o cachorro!... lá na Sibéria (como diria Nilson Barreto), na China, no Alasca. Ou pelo menos no quintal. Mas depois que o ex-Ministro Magri declarou que “cachorro também é gente”, o povo acreditou. Então tem cachorro de lacinho, tratado como filhinho, neto, sobrinho... rs..
Desfilam pela Orla com suas coleiras coloridas... Gosto dos que andam soltos acompanhando os donos, as vezes vão a frente, param e esperam. Devem ser vira-latas (não entendo de raças)... Tem os pequenos que pensam que são grandes e latem para todo cachorro que encontra. Alguns vão se encostando quando encontram uma sombra. E outros quando se defrontam param, um analisando o outro. E os donos param para conversar, sobre os cachorros provavelmente...
Vi uma jovem com um Husky Siberiano (descobri no Google ) lindíssimo. Imaginei então andar na Orla vestida com um casaco de pele sob o sol tropical de Primavera, quase Verão, umidade do ar 75%. Enfim... o problema sou eu que não entendo de cachorros . As pessoas adoram seus cães, tiram eles do habitat natural, moram em apartamentos lindos e confortáveis, fazem até planos de saúde para seus cães!.... E eles, subservientes, lhes dão amor incondicional.


16 de novembro de 2019

Porque hoje é sábado fui caminhar na Orla. Tudo bem graças a Deus. Hoje tinha gente meditando na praia.. 🙏🏻
Caminho e observo os tipos que passam, gente de todas as cores e idades, alguns se protegem dos raios UV com malhas de mangas e pernas compridas, outros exibem suas tatuagens em roupas de banho. Vi uma freira caminhando com um celular na mão ( o meu, protejo, deixo em casa).
Vi um ciclista de cabelo azul e meia rosa choque, sem camisa, fazendo uma selfie com a bike em movimento, parecia cena de filme de Almodóvar.
E há os indefiníveis e indecifráveis!...
A Polícia anda a cavalo sujando o Calçadão e quem devia dar exemplo, é incapaz de recolher os dejetos que ficam lá espalhados.
No Jardim dos Namorados senti falta da vaquinha da #cowparede. Se eu tivesse grana daria um lance no leilão para trazê-la de volta. Enfim ... é o Sr Verão chegando...


2 de novembro de 2019


Porque hoje é sábado... Caminhada na Orla, da Pituba à Boca do Rio.
Vi vários pescadores na praia e enquanto andava filosofava sobre cabeça de pescador:
a) Vou só conferir se ainda tem peixe
b) Só quero me divertir.. se pegar um peixe, jogo fora.
c) TÔ nem aí
d) “a ignorância é que atravanca o progresso”
e) Nenhuma das respostas anteriores.
No percurso outra vaquinha bonita da #CowParede , na Praça Nossa Senhora da Luz.
Na foto com a artista Wive Melo.



26 de outubro de 2019

Caminhada na orla hoje pela manhã. Vista de cima, praia limpa. Banhistas, pescadores, vôlei, futebol. Tinha até peixe fresco na casa dos pescadores, na Pituba.... 🥺😲🙀
No calçadão muita gente. Grupos de Academias, malhação, dança, massagens. Vi um grande grupo de caminhantes de casais com as camisetas estampadas The Love Walk ❤️. Acho que o senhor Verão invadiu o espaço da PrimaVera!..
No Jardim dos Namorados, está exposta essa vaca da CowParade, uma das mais bonitas que vi.
Na foto, com o artista. #TipoGrafite



17 de outubro de 2019

Hoje fui andar na Orla, de Amaralina a Boca do Rio, não vi uma mancha de óleo. Tudo normal, gente jogando vôlei na praia, andando, banhistas, vi até um pescador solitário. Não sei se é eficiência da limpeza (Viva Netinho! Morra Maduro!) ou exagero da mídia!...
Bem, na volta vi muitos garis na Praia da Pituba e muito sargaço, provavelmente o óleo misturado ao sargaço.
Em tempo: O esgoto do Costa Azul continua exalando mal cheiro e aí não é culpa de Maduro. E no calçadão muita gente desfilando com a camisa do BAÊA...

quarta-feira, maio 08, 2019

Economia doméstica



Eu moro na casa de um Malasiano já naturalizado, um senhor de 75 anos muito preocupado com a saúde, muito ativo, faz academia, corta grama, cozinha uma vez por semana, congela e vai comendo todo dia uma quentinha. Ele é muito econômico, em tudo ele vê economia, desligar luzes, desligar o fogão elétrico antes de finalizar a comida, comer pouco enfim, ele pesa uns 55 kilos. Recentemente ele alugou o outro quarto para um Australiano, cara gente fina, muito culto e muito prendado na cozinha. Na verdade o cara é um ás na cozinha, ele não só cozinha bem como ele finaliza o prato que come, tipo, ele prepara o prato antes de comer como se fosse em um restaurante, um Masterchef caseiro.

O Ben, dono da casa, achou interessante a princípio e depois de um tempo começou a me comentar..  - Você viu o Neil? Ele cozinha todo dia né? Ele até usa o forno.., você viu a quantidade de água que ele ferve para fazer o chá? ele deveria aprender a fritar ovos com você.. falava rindo, no inicio eu achava que ele tava tirando sarro e ficava rindo também.

Dias depois novamente o Ben voltava a falar,
 – O Neil está cozinhando há meia hora, ele deveria usar mais o micro-ondas... é mais rápido.. não sei porque ele não cozinha uma quantidade maior para comer no dia seguinte.. .
 Então depois desse dia percebi que ele estava preocupado com a conta de luz, mas nunca falava para o Neil economizar.

Certo dia o Neil “mandando ver” no fogão com duas bocas ligadas e o Ben passou do lado e perguntou,
- O cheiro parece bom, mas demora muito para cozinhar?
O Neil respondia
 – Não é rápido!, mas eu gosto dos vegetais um pouco mais moles e deixo um pouco mais.. o Ben coçava a cabeça.

 Dias atrás ele abriu o freezer e mostrou a nós o que ele cozinhava e deixava congelado, sempre ressaltando que cozinhava tudo isso de uma vez só! E podia comer até duas semanas! Tinha saco com comida pronta com 1 mês de feito, Neil fez uma cara de nojo na hora que viu e o Ben mostrando como uma grande vantagem, o Neil retrucou  
– A comida perde o sabor com tanto tempo congelada Ben, melhor cozinhar no dia
– Não perde o sabor, fica melhor! O tempero entra na carne, disse Ben
– Perde o sabor sim, disse Neil e foram discutindo e Ben mostrava um frango cheio de gelo e Neil aproximava o frango recém preparado para Ben cheirar, Ben se ofereceu para fazer um pouco para ele provar e Neil respondeu, não precisa, meu jantar já está pronto e quente, quer provar do meu?, Ben recusou, não, eu prefiro mais apimentado e guardou tudo de volta percebendo que Neil não havia entendido o recado.
Eu assistindo uma novela de camarote, um Australiano culto sem nenhuma necessidade em economizar e do outro lado um cara muito polido, mas querendo que o outro economizasse sem falar diretamente.

O Ben viajou no mês passado e passou 5 semanas fora, nesse tempo o Neil comprou uma garrafa de esquentar água com uma decoração interna com uma pequena luz em azul que acende quando está ligada – da foto acima. Quando Ben chegou o Neil estava na cozinha, não podia estar em outro lugar, e o recebeu calorosamente falando,
 -Temos surpresas na cozinha!!, o Ben respondeu nitidamente coma voz tremendo,
 - O que...!? Neil mostrou a garrafa para aquecer água, ligou e começou a aquecer a água, o Neil falou,
-Aquece 1 litro em menos de 2 minutos!,
Ben se aproximou ficou meio confuso porque aquilo era rápido e poderia trazer economia, ele foi perto e ficou olhando a água sendo aquecida, então falou
 – Boa, mas essa luz azul não pode ser desligada?

sexta-feira, abril 26, 2019

Smart phone


Muito se reclama que estamos viciados nos celulares atualmente. Fiz um levantamento superficial e cheguei a seguinte conclusão sobre o que o celular representa para mim atualmente.

Ele é o meu contato com o mundo, isto é, é o meu jornal diário, a comunicação com amigos, familiares, clientes e fornecedores com som e imagem, a minha máquina fotográfica e a minha filmadora, o meu fax (antigo né, hehehe), o meu despertador, minha secretária para lembrar dos meus compromissos, o meu controle de atividades físicas, a minha agenda, a minha memória para lembrar das datas importantes, tipo aniversário de casamento e principalmente o da sogra (rsrs), a minha máquina de escrever (antiga tb), o meu gravador de voz, a minha farmácia e também o meu super-hiper-universal-mercado, o meu rastreador tanto próprio quanto de terceiros, os meus mapas, o meu guia de restaurantes, museus, bares, etc., o meu álbum de fotos, o meu rádio e meu toca-fitas (antigo tb né), a minha Enciclopédia Barsa (mais antigo ainda), meu médico (às vezes um tanto perigoso), a minha nutricionista (inconstante com suas dietas), o meu tradutor para línguas esdrúxulas, meu mecânico, meu técnico de computação que resolve todos os problemas e cria outros, meu banco com o gerente para assuntos financeiros, minha caixa postal (argh !) que não esvazia nunca, meu repórter do tempo para me fazer sair empacotado quando o dia é de sol ou dizer que vai fazer sol quando já estou molhado da chuva, a minha TV de 4 polegadas (65' 4k fullhd já era), o meu cinema que me acompanha até no banheiro, a minha agência de viagens com dicas de locais interessantes, a recepção do meu hotel para reservas, o meu taxi, Uber, 99, etc., a minha bike de aluguel, a minha locadora de automóveis, a minha bilheteria de cinema, teatro, shows e até boate (tem até sexo pelo celular!), o meu guia de ônibus urbanos e outros, etc, etc, etc.


Com tudo isso sobre mim, só pode ser um equipamento bem seguro, com sete chaves para abrí-lo, principalmente se o invasor for o esposo (a), namorado (a) e agora, se você for político ou bandido, o seu celular é o sonho de consumo da polícia.
Aí fica a pergunta final: passamos muito tempo no celular?


Texto de Alvaro Alfredo Risso

sábado, julho 22, 2017


O que eu falo é o que você entende?

No final da década de 1990, fui professora temporária na Escola Politécnica da UFBA na disciplina de Materiais de Construção. Naquela época, os alunos, jovens de 18 e 19 anos (2º ano na Escola), gostavam de justificar qualquer assunto ou começar uma frase com o sujeito “os paradigmas da construção civil”. Um dia, conversando sobre um assunto qualquer, depois da referência usual, perguntei a que paradigmas eles estavam se referindo. Entreolharam-se e o mais safo disse: ah professora, é tudo isto que está aí!”

Estava aproximando o novo século e todos procuravam expressões “novedosas”. Aí, chegaram dois preciosos adjetivos: sustentável e ecológico. O “sustentável” é tão importante, que em muitos países da América Latina de língua espanhola, usam-se dois termos: sustentable e sostenible. Não consegui entender a diferença entre os dois, ainda mais porque o que é sustentable em um país é sostenible em outro e vice-versa. Na engenharia civil, e principalmente na arquitetura, tudo teve que ser ecológico para ser bom. Agora, novos profissionais se classificam adoidamente como bioconstrutor e bioarquiteto, só que a definição de um sobre esta auto titulação não corresponde a de nenhum outro. Em outra área, chegou a vez dos transgênicos (o diabo) e dos orgânicos (o anjo), só que ninguém sabe exatamente do que se trata.

Sempre me preocupei com o uso destes termos “amplos” que permitem qualquer um entender da sua própria forma, enquanto que você “acha” que o outro entende o que você está falando.

Recentemente, aconteceu uma situação muito peculiar que exemplifica o descompasso entre o que se fala e o que se entende.

Elisa, a neta de 4 anos, adora elefante rosa. Aqui em casa, tem uma toalha rosa com capuz de elefante que Elisa se enxuga, se enrola para ver vídeo e para dormir. Logo que Nara e Eduardo mudaram de casa, Elisa disse que gostou bastante do local, principalmente porque dá para ver o lavador automático de carro do elefante rosa. Sempre que passamos próximo deste lugar, Elisa faz algum comentário sobre o bicho. Há poucos dias, fomos buscar Paula e Elisa na escola e, no caminho de casa, passamos próximo do lavador do elefante rosa. Como sempre, Elisa demonstrou que gostava do elefante rosa e, informou: “papai não lava o carro aí porque é caro”. Depois de comentarmos sobre as possíveis comidas cor de rosa do elefante e outras bobagens, eu perguntei:

- Elisa, você sabe o que é caro?

- Sim, respondeu Elisa.

- E o que é?

Prontamente ela esclareceu:

- É ter que sair do carro para lavar. Ele vai sozinho!

Para tentar entender o entendimento firme de Elisa sobre o que é caro, comentei anteriormente com Eduardo sobre o entusiasmo dela quando passávamos pela lavadora de carro do elefante rosa. Aí Eduardo disse que não gostava do serviço deles: tinha que sair do carro no processo da lavagem e, ao receber, não estava bem lavado; além disso, era mais caro. Elisa escutou, associou e interpretou. Aí fica claro como se juntam informações que são particularmente interpretadas. Não dá para assumir paradigmas....

quarta-feira, junho 15, 2016

Cada qual no seu quadrado...

Anete sugeriu e a turma aprovou, aderiu...

Fazer uma colcha de crochê colorida como o exemplo abaixo





Cada participante faz um quadrado. A cor e o ponto são escolhidos pela própria pessoa. Depois Noélia e Norma vão juntar todos os quadrados e emendar. Em seguida a colcha será sorteada entre os participantes,

Quem não sabe, está aprendendo... Em Conquista com Norma, em Salvador com Noélia. O importante é que todos estáo motivados, até mesmo os homens...  




segunda-feira, março 21, 2016

Agenda da semana...

 Semana agitada. Igor, Rose e meninas chegaram no dia 11/março, depois de mais de um ano sem aparecer por aqui, na espera da liberação do green card.
Logo no sábado houve uma festa de comemoração do aniversário de Rose Any. Muito bom pois além de encontrarmos a simpaticíssima e festeira Familia Ramalho que só vemos quando Igor e família estão por aqui, também muitos amigos, inclusive, Zereu e Tania, tão queridos e que não víamos há um bom tempo. O cotidiano toma conta da gente e nos afasta das pessoas que gostamos, sem mesmo perceber.
Zeu, Igor, Rose, Tânia, Isabel

Célia e Ademário que  estavam na cidade, não puderam comparecer, o que foi uma pena, devido a um mal estar de Ademário desacostumado das iguarias baianas. E assim retornaram para os States na segunda, dia 14/03.
Letícia, Lara e Beatriz

Durante a semana, além das bombas diárias da política que cada dia mais nos deixa boquiabertos, vamos acompanhando a programação da turma. Na quinta-feira chegou Gilberto, no dia seguinte houve almoço festivo, a noite jogo de cartas com as meninas e pizza. E sábado para completar aniversário de Lara, que fez 2 anos. Festa simples e prazerosa reuniu familiares e amigos íntimos. E assim em vez daquela grande confusão que é festa de criança, tivemos oportunidade de bater papo tranquilamente e as crianças, em torno de 10, brincaram e se divertiram a vontade.

No mesmo sábado em questão houve o Casamento de Claudinha e Mauricio em Interlagos, para onde se dirigiu grande parte da família, que por esta coincidência de datas, não pude participar. Acompanhei pelo whatsApp, fotos e vídeos. Foi um festão!... Que algum participante deixe registrado por aqui.




terça-feira, novembro 03, 2015

A arte de presentear

Com a proximidade do Natal (já?.. de novo?.. que rapidez!..) estive refletindo sobre presentes. Tenho observado que muitos Barretos detestam ganhar e dar presentes em ocasiões especiais, o que eles consideram obrigação. Reconheço a dificuldade de escolher um presente para alguém num aniversário por exemplo, mas o que vale é a celebração então se conseguimos nos despreocupar do objeto escolhido, do preço, etc., o que vale mesmo é o momento, é o encontro, é a comemoração. O presente em si é secundário, o que vale é o gesto.

Os Ramalhos (família de Rose Any), ao contrário de nós, adoram presentear. Quando Igor morava aqui, na época do Natal, ouvíamos as queixas dele, achava um absurdo: todos dão presentes a todos. Ele costumava dizer, “já avisei que não quero presente nenhum, para não me darem nada..”. Chegou a um ponto que eu disse; “Igor, você já está sendo mal-educado!”... Anos depois vejo a cena se repetir com Leo, com as mesmas queixas no Natal passado, pois a família de Alessandra também tem este costume.
Em setembro, no aniversário de Flori, quis fazer uma pequena comemoração em casa e notei que ele estava inquieto, desconfortável. Descobri que era porque ele não queria presentes. Precisei convencê-lo que não era festa e que as pessoas não trariam presentes.
Depois comentando isto com Anilza, ela me disse que Saul também era assim. Parece que é genético...
Há os que gostam e os que não gostam de presentear, há os que sabem fazê-lo e estes são poucos e os admiro. Acho que é uma habilidade especial, a pessoa sabe escolher a coisa certa para a pessoa certa. Há aqueles que encontram coisinhas simples, mas que deixam as pessoas felizes. Tia Amelinha, quando viajava, tinha este mérito, trazia lembrancinhas que não eram caras, porém úteis e geralmente novidades. Até hoje carrego uma lente de aumento em forma de cartão bancário que ela me deu. Também nos apresentou aos descascadores de verduras, tão comuns hoje em dia. Fernando, que também detesta presentes, quando viaja segue o exemplo, se não encontra novidades, compra várias coisas, tipo canetinhas, chaveiros, bonés, não dirigidos para pessoas específicas e quando volta distribui para um e outro. Eu que reclamo no momento da compra, aqui participo da distribuição, não sem ouvir reclamação, claro!..
Houve um Natal nos velhos tempos, em que fizemos um Amigo Secreto, em que os presentes deveriam ser coisas que as pessoas já possuíssem. Ninguém deveria comprar algo novo. Tinha lido em algum lugar que o objetivo disto era ensinar as crianças a praticar a generosidade, portanto não era para dar algo que não se quer mais, ao contrário, deveria ser algo que você gosta e portanto o outro provavelmente gostaria também. Foi muito interessante para observar o comportamento das pessoas.

Eu tenho alguns “traumas” relacionados a presentes, tanto em dar quanto ganhar, mas fica pra outra postagem...

quinta-feira, outubro 15, 2015

Sabe aquele dia triste que todo mundo tem?

Pois é...... não sou diferente de muitos......estava aqui no trabalho......pensando na vida.....quando....

Chegou uma família querendo saber uma informação....... Pesquisando...pude perceber que tinha "carne debaixo deste angu".... Perguntas abertas...."como sem não quisesse saber "..........apurei....
Rapaz de 43 aposentado....devido o uso de drogas.......tinha um sonho em fazer educação física  ..
... montar academia...até que ....foi com a turma.......e nunca mais voltou......ou nunca mais foi o mesmo...
Filho único.....a mãe se dedica a ele em tempo integral......ele não lembra mais nem do seu sonho....


Outro chegou para mim....como quem tinha feito algo errado ....  " coisa que eu sinto no ar..."
Queria colocar a filha no plano....( pensei que fosse neta ).....
Novamente perguntas abertas  " desinteressadas" ......deu a deixa....
Homem casado.....mulher depressiva.....filhos e netos..... Tem um caso de onde nasce a sua filha.....
Da família...apenas um irmão sabe......
Arrependido......( eu falei...." agora tá feito.....a família é algo muito ...importante......pena que so se descobre depois" KKKK - matei-)
Ele concordou....
Estava...com medo...se a família descobrir......( eu falei...." um dia você vai ter que contar....por respeito a todos   - Ai! Luciana, só em pensar.. eu sofro.." pois pense")
Não estou preparado....( " pois é....né..)


Ex-funcionária de um Banco..... Veio solicitar minha ajuda.... Papo aqui...ali...láaaaa....e acolá.....
Hoje ela é... funcionária municipal... Guarda até hoje o Jornal de aprovação em concurso do INSS...
Não foi por amor......( eu parei o que estava fazendo e sem o mínimo puder debrucei-me sobre a mesa....e disse " não me fale um desatino desse) (ela riu....e falou..." nem me fale".....e eu...." melhor esquecermos este assunto por que até eu fiquei nervosa! )
O amor...foi-se (foice)......
Ficou o arrependimento.....e o aprendizado...".pense em fazer pelo outro.....se primeiro estiver bom para vc..."


O pai faleceu.... A filha veio a mim.... Com duas ou três perguntas.....fiquei sabendo
Pai separou da mãe......deixou os filhos a deriva.... Casou novamente....
Adoeceu.....- Parkinson -  por falta de cuidado da nova amada.....- pois não queria  contratar uma enfermeira ...tinha plásticas para fazer...
Teve uma infecção na boca que se alastrou pelo corpo....
Retornou para a "casa"..
Não resistir...." e vcs? " " Olha Luciana, meu pai plantou ....ele colheu..." " ficou muito triste pelo que ele nos fez, mas em nenhum momento, deixamos de tocar a vida"
....pediu perdão a todos...onde veio a falecer....


Não há conclusão para nenhum dos casos........apenas escolhas...sempre escolhas......

A vida não para.....

È uma festa...uma droga....um passeio...um drama.....uma viagem.....


By Naninha


quarta-feira, outubro 07, 2015

A liberdade de andar distraída

Na semana passada estive com Claudinha na Academia e  comentamos sobre a viagem que ela fez  com Mauricio recentemente. Eles foram para um Congresso em Estocolmo e antes disso, passaram uns dias em Barcelona curtindo férias.

Ela me contou que numa noite em Barcelona, viram uma cena em que ela não conseguia parar de chorar. Pessoas de todas as idades, de crianças a idosos, dançando na rua despreocupadamente.  Ela chorava pensando nos filhos e na nossa  falta de liberdade de andar pela cidade distraídos e sem medo. Nossa triste realidade e pior ainda, não vemos luz no fim do túnel.

Hoje achei este texto sobre o mesmo assunto e reproduzo aqui:

A liberdade de andar distraída
por TAIGA CORRÊA GOMES

Logo depois que soubemos que iríamos morar fora do Brasil, um amigo disse que eu me sentiria como se estivesse em férias permanentes. Depois de pouco mais de 2 anos, não é exatamente essa a minha sensação, mas é parecida.

Aqui em Tóquio me livrei de todas as causas desnecessárias de stress. Mesmo sabendo que um terremoto pode acontecer a qualquer momento, vivo sem medo. Ando distraída pela rua sem nenhuma preocupação. Deixo meus filhos brincarem livres em um parque público enquanto leio um livro. Não preciso ter carro aqui, me livrei da tensão no trânsito. Tenho a escolha de me locomover de metrô, ônibus ou bicicleta, e sempre sei exatamente a que horas vou chegar ao meu destino. Nunca mais tive que correr ou me atrasar para um compromisso. Se preciso pegar um táxi, tenho a certeza de que o motorista é de confiança e não vai cobrar a mais. Aliás, se por um acaso ele erra o caminho, devolve a diferença.

Não é uma sensação de estar em férias, é a experiência de viver em um país que me proporciona direitos básicos. Sinceramente: isso é pedir muito? Poder ir e vir com liberdade, sem medo; poder compartilhar o espaço público em harmonia com os outros cidadãos; ser tratada com respeito e cordialidade; morar em uma cidade limpa; ter à disposição diversão gratuita no fim de semana nas inúmeras praças e parques impecavelmente administrados.


Conversando com uma amiga alemã hoje eu tentava explicar um pouco o que escrevi acima. Ela não conseguiu entender porque nunca viveu tendo sua energia sugada pelos pequenos e grandes problemas que corroem o dia-a-dia do brasileiro. Enquanto eu estava imersa no caos do meu tão amado e maltratado Rio de Janeiro, não me dava conta do quanto eu era consumida um dia depois do outro. Ter que pagar uma conta no banco enfrentando uma fila imensa e a falta de educação de uma atendente; pisar em uma poça de esgoto em um dia de chuva ou voltar de um dia na praia e não encontrar a minha bicicleta. É claro que tudo isso e muito mais já aconteceu comigo, faz parte da rotina do carioca, é normal. Vivi toda a minha vida assim e, anestesiada, quase não me indignava mais. Pois agora confesso que estou cada vez mais revoltada com o que eu aceitava resignadamente. Não, não é normal. Normal é ter a liberdade de andar distraída.

segunda-feira, setembro 28, 2015

Espetáculo da Natureza

Super lua + Eclipse = espetáculo da natureza.

Quando eu era criança, em Conquista, o céu a noite era super-estrelado e ficávamos tentando identificar as constelações. Eu era fascinada por astros. Ficava imaginando Saturno e seus anéis,  Eclipses, Cometas ... quantas vezes fiz a conta de quantos anos teria quando o Halley voltasse!.

Nos eclipses parciais do sol, tínhamos que esfumaçar pedaços de vidros para ver.  Meu pai e meus tios (Walter e Zé) também eram  empolgados, costumavam  comentar  sobre uma eclipse total do sol na década de 40 e também do Cometa Halley que tinha sido visto por meu avô em 1910, histórias que aguçavam minha curiosidade. Compraram um telescópio, não sei bem onde e como, mas demorou a chegar, estávamos todos ansiosos. Finalmente eis que chega o grande dia:  montagem do telescópio e observação dos astros, foi uma decepção,  uma luzinha redonda, sem brilho, era o máximo que víamos.  
Serviu para outra finalidade,  usávamos o tal telescópio de cima da laje da casa durante o dia para ver a paisagem, casas, pessoas, carros, a Rio-Bahia que era mais longe que hoje.  Funcionava como um binóculo.
Quando se comenta como nos divertíamos sem todas as tecnologias disponíveis hoje em dia, eu me lembro de coisas assim.

Por todo este passado, a observação do fenômeno Superlua + Eclipse, ontem, 27/09/2015, foi um espetáculo para mim. Só faltou um telescópio!.. Felizmente o tempo cooperou e o céu estava claro, só por alguns momentos algumas nuvens ameaçaram..

Além do mais, trocamos mensagens e fotos via whatsapp. 

Enfim, foi mágico.

 
Super Lua por meu amigo Spínola

Super Lua fotografada por Pinto, meu professor de ginástica

Super lua no momento do eclipse fotografada pelo Prof Adelmo (disponibilizada por Ivana).

quarta-feira, setembro 16, 2015

Imagens que valem por mil palavras

1. Aniversário de Maria Julia

Aniversário de Maria Julia

2, Aniversário de Daniel





3. Despedida de Diego



4. Turismo

Ademário e Célia embarcando na Inglaterra 

Raissa e Lara em Canavieiras

Aninha em L.A.

Ivan em L.A.

Igor e famíla na Disney



















5. Aniversário de Eliu

quinta-feira, maio 21, 2015

Nosso patrimônio histórico

Todo ano fotografo o sobrado de azulejos, na Praça Cairu,  que faz parte do conjunto histórico da cidade, junto com Elevador Lacerda, Mercado Modelo, Marinha,  enfim cartão postal de Salvador, e lamento pelo estado em que se encontra.  Além deste, na mesma região tem vários casarões antigos que também estão se deteriorando. Agora com tanta chuva na cidade, muitos que já estão em ruínas, ameaçam cair.
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 Na Praça Cayru localiza-se a antiga residência do economista José Lisboa, O Visconde de Cayru. A fachada, toda revestida de azulejos, tem 70 janelões [...]. É o mais belo prédio azulejado que temos na Bahia. Como o Visconde de Cayru influenciou D. João VI para a abertura dos Portos e este solar serviu de ponto, entre 1807 e 1810, de reuniões entre exportadores podemos facilmente estabelecer que a idade destes azulejos remonta a esta época.        ((Knoff)

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Ontem no Jornal da Band, Boechat comentou que não só em Salvador mas em várias cidades do Brasil, ele citou São Luís e Olinda, está acontecendo a mesma coisa. Prédios que fazem parte do patrimônio histórico estão completamente abandonados. E não fazemos nada. Viajamos pela Europa e admiramos a arquitetura antiga de séculos de existência, completamente conservada.


Há alguns anos atrás, já no governo PT, surgiu um projeto que transformaria a quadra onde está o prédio de azulejos,  num Hotel Hilton. Claro que o sobrado com seus azulejos seria conservado. Não foi aceito. Nesta época li um artigo que dizia “Salvador, a primeira cidade a recusar um Hotel Hilton”.

Este total descaso faz-nos perguntar  “ e o IPHAN?” ... Ministério da Cultura? ... não tem dinheiro. Aliás, tem dinheiro para Lei Rounet, beneficiar os “companheiros”, shows, filmes, blogs, etc..  Segundo Boechat até verba para show de Madona no Brasil eles já forneceram. Não é questão de dinheiro e sim de prioridade.

Li esta notícia de abril/2015: “A Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador anunciou que os quatro casarões que abrigariam o Hotel Hilton serão desapropriados. No local irá funcionar o Museu da Música, o Arquivo Público Municipal, além de outros espaços da administração municipal.
Os casarões antigos estão em ruínas e correm o risco de desabar. Após tentativas frustradas de negociação com os proprietários a prefeitura entrou com um processo em 2013 de desapropriação para dar um destino aos imóveis. O secretário, Érico Mendonça informou que os casarões passarão por intervenções, mas a arquitetura dos imóveis será preservada.”... Uma esperançazinha...
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domingo, abril 12, 2015

Chuva em Salvador

A cidade de Salvador, como muitas outras no nosso país,  não é a prova de chuva, principalmente a primeira chuva do ano, quando as bocas de lobo estão entupidas.  Não sei se ocorre nas outras cidades, mas aqui o povo é muito pouco civilizado e o lixo nas ruas é coisa comum.
Quantas vezes vemos as pessoas abrirem os vidros dos carros e jogarem os resíduos na rua. Há pouco tempo, vi uma cena destas num carrão luxuoso  que estava a minha frente numa sinaleira. Quando tive a ideia de tirar uma foto, o sinal abriu e perdi a oportunidade.

Rua Ceará, Pituba - em frente a Academia

Que a cidade não é a prova de chuva, eu já sabia. Pior foi descobrir que meu carro, um New Fiesta 2014, também não é.
Quinta-feira quando estava na Academia, choveu torrencialmente por uns 50 minutos, vejam nas fotos, a situação que a rua ficou. Esperei a chuva parar a água baixar, pois sabia que não poderia abrir a porta do carro naquela situação e assim o fiz. Para minha surpresa o carro estava inundado. Mais tarde tiramos em torno de 3 baldes d´água.  
New Fiesta



Felizmente o carro ligou e não houve maiores danos, o problema agora é fazer o cheiro horrível desaparecer. No dia seguinte, levei o carro para lavar, aspirar e secar no Posto de Gasolina, o que melhorou um pouco.  Coloquei  desumidificador anti-mofo, deixando o carro aberto na garagem durante o dia e estou esperando o sol aparecer, para ver se o mal cheiro desaparece!...  Se alguém tem alguma dica...

quinta-feira, novembro 27, 2014

Coisa de Bandido – Editora Abril


Recentemente quando Florival mudou-se para minha casa, alterei o endereço da assinatura de Veja dele para meu endereço.  Ao fazer isto vi que a referida assinatura ainda era no nome de Irlan e resolvi substituir o nome para o de Fernando.

Agora recebemos 2 revistas, uma vez que eu já tenho minha própria assinatura, inclusive a digital. Flori  havia me informado que a assinatura fora renovada recentemente. Tentei trocar a assinatura para outra revista, resposta negativa.  Esqueci...

De repente recebo um carnê com boletos para renovação da assinatura em nome de Irlan. Pensei: “É só não renovar e ficamos com uma única revista. Flori deve ter se enganado”. Liguei para Abril, com o código de assinante de Irlan e mandei verificar a situação da assinatura. Resposta: está renovada e paga pelo ano de 2015. Reclamei. Pedi para deletar o código do assinante... impossível..  No fim da conversa só me disseram para eu ignorar se chegar alguma correspondência  em nome de Irlan.

Ontem recebi um carnê igualzinho ao anterior para renovação da assinatura de Veja, em nome de Fernando. Liguei novamente, agora com o código de assinante de Fernando, pedi para checar a assinatura e tive a mesma resposta, renovada e paga pelo ano de 2015. Por que estão cobrando? Várias respostas idiotas...

Concluo então, ou a Editora Abril é muito desorganizada ou é coisa de bandido!...
Antigamente tinha uma musiquinha de Carnaval que dizia assim.. “vá lambuzando o selo, se colar, colou...”


  Minha breve e inesquecível carreira de vendedora de sebo (Bienal do Livro Bahia - 2026) Gosto de livros desde a adolescência e, como todo ...