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quarta-feira, março 20, 2019

São Paulo com e sem mesmice...

 Fim de semana em São Paulo

Com mesmice...

Como ir a Sampa e não ir ao teatro?
O Fantasma da Ópera...


Como ir a Sampa e não ir a um  bom restaurante italiano como o  Famiglia Mancini?

Como ir a Sampa e não encontrar a família Rismar (Risso Martins)

Como ir a Sampa e não encontrar a família Ikeda?



E por que não aproveitar o mês de janeiro e comemorar os aniversários do mês?

Iuri, de gaiato, ele não é de janeiro, os outros sim.


Conhecendo novos lugares

Passeio a São Roque - Rota dos Vinhos





"A Quinta do Olivardo leva os visitantes a uma imersão em Portugal no roteiro do vinho, seja na gastronomia ou no ambiente, a maioria dos pratos com bacalhau servem até 3 pessoas apesar de no cardápio informar que serve 2, então apesar do preço elevado acaba tendo um custo benefício interessante. Nos finais de semana é servido a tradicional espetada madeirense e o leitão a bairrada, mesmo se sua intenção não for almoçar, não deixe de provar o pastel de nata e o bolinho de bacalhauque chegam quentinho a mesa. " (São Paulo sem Mesmice)




E no final do dia OUTLET, onde Raíssa foi a campeoníssima das compras...


segunda-feira, março 18, 2019

Turistando em Salvador

Aproveitando a estadia de Igor e família, Ivan e Joana, e o sucesso da cidade do Salvador atualmente (V. texto de Nizan Guanaes, abaixo), decidimos fazer turismo no Centro da cidade, num domingo de dezembro / 2018.

Primeiro foi o Breakfast no Fera Pálace

Em seguida, saimos andando na Rua Chile ao Terreiro e visitamos a Catedral Basílica e a Igreja São Francisco
Na Catedral, recém reformada.
Joana, na Igreja São Francisco
Iuri e família na Igreja São Francisco


Visita ao Museu do Carnaval:



















Como não podia faltar, no final algumas comprinhas turísticas, quando Joana adquiriu um belo Tucano:






domingo, outubro 21, 2018

Turistando...

Noelia e Norma partiram para Sampa



















E em companhia de Duda e Lucia foram turistando por aí... São Paulo, Rio e Minas..




No Rio com Luciano e América
Em Minas



sábado, março 12, 2016

Música, Sol, Mar e Boa Companhia

TRANCOSO

Depois de anunciar várias vezes  o Festival Música em Trancoso, finalmente consegui participar deste evento e em boa companhia.

Pouco divulgado em Salvador viemos a ter conhecimento do evento através de Bete,  que por sua vez conheceu devido a Neusa, sua irmã , que é jogadora de golfe e participa dos torneios realizados na mesma época do festival.

Além da companhia das duas citadas, tivemos também Sandra e Eliezer.  Passamos 3 dias, vimos 3 espetáculos maravilhosos, passeamos em Trancoso, conhecemos Caraívas, uma praia da região. Participamos da premiação do Torneio de Golfe, do qual Neusa foi campeã.

Caraívas


O Festival dura 1 semana e cada dia um tipo de música. Vimos um concerto de música clássica no primeiro dia. No segundo, opereta, com um Barítono e uma Soprano austríacos. O terceiro dia foi dedicado a bossa-nova com César Camargo Mariano no piano e a cantora Madison McFerrin. Algumas músicas foram acompanhadas por músicos internacionais com violino, clarinete e flauta. Nos dias seguintes teria Jazz, Música de Câmara, Rock, etc

É claro que NÃO há um dia para axé!.. Vixe Maria!...

Sandra, Fernando e Eliezer na entrada do Teatro
Sandra, Neusa e Bete
Os espetáculos são a partir das 18:30h o que nos deixa liberados a partir das 21h, então todos os caminhos levam ao Quadrado, onde os turistas se encontram. É uma enorme praça com vários bares, restaurantes e lojas. Como nosso grupo não é de farra nos limitávamos a comer beiju, brigadeiro, picolés e depois o sono dos anjos. Durante o dia sim: alguns drinks e almoço. Por ser um recanto turístico com muita gente rica é tudo muito caro. 

PORTO SEGURO
Após sairmos de Trancoso, eu e Fernando, passamos 1 dia e meio em Porto Seguro, com Alan, Lílian e Daniel. Muito boa a recepção e atenção dos anfitriões, além da oportunidade de conviver um pouco com Daniel.

Irreconhecível  Porto Seguro, após 25 anos. Mesmo em março muitos turistas. Segundo Alan, o turismo aumentou muito por lá em 2015, devido a alta do dólar, muitos estrangeiros, como também brasileiros que deixaram de viajar para o exterior.

No Museu do Descobrimento... estamos na sombra...

Casa de Alan. Um arco-íris de brinde...
Enfim, tudo maravilhoso. Recomendo o Festival nos próximos anos para quem quer curtir uma boa música, ou jogar golfe (será???) e curtir as praias da região. 

segunda-feira, novembro 23, 2015

CONVERSANDO SOBRE O VERANEIO 2016 – SALINAS DAS MARGARIDAS

Período previsto: 08 a 18 de janeiro de 2016

Local: Recanto da Dilza, Salinas das Margaridas

Como chegar: saindo de Salvador por ferry boat – na estrada BA 01 após ponte do Funil e do posto Veraneio (de D. Dilza), entrada a direita. Salinas fica à aproximadamente 20 quilometros. Vale comentar que os 20 km de estrada esta bastante danificada.

O espaço Recanto de d. Dilza que é um“FLAT” que fica na entrada da cidade de Salinas das Margaridas em terreno vizinho ao posto de Dilza, a 1500 metros da praia.

O Recanto fica em um terreno grande, todo murado tendo piscina de bom tamanho, área coberta- quiosque, banheiro de apoio para piscina, área central, com coqueiros pequenos, que serve para estacionamento dos carros e também como área aberta para brincadeiras, lavanderia, e claro os quartos.

O Recanto estará a disposição só para o Veraneio, com isto dizemos que não haverá hospedes que não seja da família e ilustre convidados.

Os quartos: todos eles têm banheiro e uma área reservada para cozinha. Os quartos são grandes e equipados com ar condicionado, 01 cama de casal, 01 cama de solteiro, pequeno guarda roupa, cômoda e televisão. Banheiro de bom tamanho com água quente. Na área da cozinha uma bancada e frigobar.

Nos quartos, Dilza garante uma quarta cama, (se necessário), roupas de cama, banho e travesseiros. A manutenção dos quartos fica por conta da diária.

A diária será de R$ 80,00 reais por quarto por dia. .

Quiosque: - com equipamentos frízer/geladeira/fogão/mesas /cadeiras/ churrasqueira e utensílios básicos como pratos copos talheres etc...

 No quiosque é previsto o funcionamento da cozinha (preparo das refeições e tira gostos) em uma parte protegida por um balcão e fora do balcão a área de comer, beber, bater papo, cantorias etc...

Os custos para o funcionamento da cozinha será dos veranistas – empregado/s e os alimentos.

A depender do número de pessoas veraneando, a cozinha pode funcionar com uma ou duas pessoas contratadas.

A diária de uma cozinheira deve ficar em torno de R$ 120,00(previsto funcionamento de aproximadamente10/ 12 horas dia) > Dilza estará “procurando” estes diaristas na cidade de Salinas.

As despesas com alimentação, a proposta é que seja rateada pelos presentes. Será feito uma compra de supermercado e feira inicial (a ser posteriormente rateada). E a sugestão é que seja feito um caixa, a ser administrado por um dos veranistas para cobrir as despesas com alimentação (incluindo empregado/s) e outro caixa para as bebidas alcoólicas.

A confirmação da adesão ao veraneio e o período  que estará presente  pode facilitar no entendimento de quanto pode custar, aproximadamente, por pessoa. Como também facilita as providências iniciais.












Para os que não tem watsapp, seguem os detalhes do Veraneio da família. Quem quiser ir é só fazer a adesão.

terça-feira, outubro 27, 2015

Japão e Coreia

Aproveitando a proximidade com Seattle (10 horas de voo), ao final de 2013, visitamos o Japão. Eu e Ademário tínhamos curiosidade para ver como este povo vivia numa ilha relativamente pequena, conhecer um pouco de seus costumes e tudo mais que pudéssemos observar em três semanas. Passamos a primeira semana em Tóquio, a seguinte em Kioto, e a última em Tóquio outra vez. Ainda em Seattle, compramos um passe de trem que nos dava direito a viajar no famoso trem-bala para onde quiséssemos dentro da ilha.
Este ano, decidimos visitar a Coreia do Sul, país também oriental, bem próximo do Japão (1 hora de voo). Do mesmo modo, compramos um passe para trem antes de chegar no país. Passamos uma semana em Seul, a seguinte em Busan, e a última em Seul novamente.
Imaginávamos que, sendo os dois países próximos e habitados por asiáticos, haveria bastante semelhança entre eles. Aos poucos, descobrimos algumas semelhanças e muitas diferenças.
O sistema de transporte é impressionante no Japão. Os trens, muito bonitos, correm a alta velocidade, em todas as direções, sem nenhum atraso, coisa de dar inveja a qualquer orgulhoso inglês de seu cumprimento com horários. Os trens misturam-se ao metrô nas cidades. As estações, enormes, chegam a ter quarenta saídas. É preciso consultar o mapa para descobrir como chegar à saída que se quer. Se errar, sabe-se lá onde está. E é tudo muito rápido, mas o sistema de informação de metrô e trens no Japão é milagrosamente fácil de compreender. Na Coreia, já não há bastante trem em todas as direções. Deixamos de visitar duas cidades interessantes porque não havia lugar no trem. Além disso, as estações de trem e metro são quase sempre separadas.
Japão é uma ilha física, rodeada de água por todos os lados; a Coreia do Sul é uma ilha política – sua ligação ao continente ocorre apenas pela Coreia do Norte, país inimigo comandado por um terrível ditador (possivelmente o sistema político sonhado pelo nosso governo atual).
O Japão é um país considerado de primeiro mundo há muito tempo; a Coreia do Sul, em quase trinta anos, passou da posição de terceiro para primeiro mundo. Em algumas portas de banheiro, há fotografia e instruções de como usar o vaso sanitário ocidental (usam também o vaso turco, cuja posição é agachada).
 
 Elegantes trens japoneses
Instruções na porta de banheiros públicos na Coreia do Sul



Estudante japonesa - saia curta e máscara
Em que pese todo este avanço, o coreano ainda é agreste, parecido com os brasileiros: empurram, puxam e passam na frente dos outros, enquanto que os japoneses são extremamente educados, até mais civilizados que os americanos, distantes, mas muito simpáticos. E como são elegantes! As mulheres, com suas saias curtas, sapatos de salto fino, bastante alto, andam naturalmente vários quilômetros dentro das gigantescas estações de trem e metro como se estivessem de sandálias e roupa esportiva; os homens, a maioria de terno preto durante os dias da semana, carregam pastas de couro, sapatos de couro e bons relógios, todos de grifes bastante conhecidas no ocidente. Muitos usam máscara.

Falando nisso, se alguém vem aos Estados Unidos e se encanta com a Macy´s ou a Norsdrom, se encantaria mais ainda no Japão. Existe uma quantidade de lojas de departamento, cada uma mais luxuosa que a outra (na Coreia do Sul só havia uma grande em Seul). As lojas de departamento no Japão geralmente têm um ou dois pisos para venda de comida e alguns restaurantes fast food, vários pavimentos com perfumes, roupas, relógios, bolsas, coisas de casa, livraria, etc., e quimonos; os dois pavimentos superiores são de restaurantes.

Aí vem a parte da comida. Os restaurantes, tanto os japoneses como os coreanos, apresentam o cardápio com o nome do prato e, felizmente, a fotografia correspondente. Também na vitrine, a maioria apresenta seus pratos com comida de plástico, muito bem preparados. Em Kioto, poucos restaurantes tinham cardápio em inglês, o negócio era ir pela foto ou pelo aspecto prato com comida de plástico mesmo. A grande diferença entre os dois países é que não gostamos da comida japonesa, mas adoramos a coreana. No Japão, desistimos logo de tentar comer nos restaurantes com comida local e partimos para os italianos, espanhóis, alemães ou qualquer outro que encontrávamos. Na Coreia, experimentamos e gostamos da comida coreana, além da vietnamita e tailandesa, que encontrávamos mais facilmente do que no Japão. Eles usam muitas porções de verduras e muita, mas muita mesmo, pimenta.

Cardápio japonês 
Comida coreana

Na Coreia do Sul, ficamos encantados com os mercados de peixes, pelo seu tamanho e variedade. Peixes e frutos do mar esquisitíssimos. Há também muitos outros mercados que vendem de tudo: roupas, tapetes, brinquedos, móveis, livros, etc., além das barracas de comida – tanto nestes mercados como nas ruas – também com uma variedade impressionante de comida. O que mais me desagradou, foi ver gente comendo polvo vivo. O bichinho, pequenino, cortado com tesoura, ainda se mexia no prato do glutão.

Comida de rua
Comida nos mercados

Comida nos mercados - tem até pé de porco

Mercado de peixes e frutos do mar - uma festa
Caranguejo King - outra festa


Também se vende peixe e frutos do mar nas ruas (não é muito higiênico, não)

Já no Japão, não se come nem bebe nas ruas. Em viagens de trem, eles levam sua comida que compram geralmente na estação mesmo, comem e depois, milagrosamente, dão fim no lixo. É tudo muito discreto. Outra situação que impressiona: as crianças viajam bastante com os professores para conhecer cidades históricas. Em todo lugar se vê grupo de crianças, desde muito pequenos, cada turma com chapéu de uma cor, educadamente seguindo seu professor.
Pequenos estudantes japoneses impressionados conosco, ocidentais
Modelo das casas dos samurais
Falando em lixo, isto foi outro aspecto muito interessante: não se encontram recipientes para coleta de lixo nas ruas em nenhum dos dois países, nem mesmo nos banheiros públicos, mas também não há lixo nas ruas (!!??) Os japoneses sempre têm uma toalhinha na bolsa ou no bolso para secar as mãos, pois não há papel para isto nos sanitários e nem todos dispõem de secador elétrico.
Um comportamento “moderno”, mas desagradável, que observamos na Coreia do Sul é o uso generalizado dos equipamentos eletrônicos. No metrô e nas ruas, todos estão de cabeça baixa mexendo no seu celular, iphone, ipod, etc.
A cultura, tanto a japonesa como a coreana, nos é estranha. Sabemos pouco destes povos. Tive uma colega japonesa na universidade que me falava sempre de como as coisas funcionavam por lá e assim compreendi alguma coisa que vi, mas, mesmo assim, faltou alguém para nos ajudar a desvendar melhor estes países – Ivan teve mais sorte, pois levou sua própria guia para o Japão, e Igor e Rose conheciam uma brasileira na Coreia do Sul. Enquanto tínhamos um guia turístico (livro) para o Japão, que compramos ainda no Brasil, encontrar um guia para a Coreia do Sul não foi fácil. Depois de percorrer livrarias em Seattle e vasculhar o amazon.com, compramos um que não me agradou. Só tratava de banalidades. O jeito foi ler os blogs e perguntar no centro de turismo (nem na estação de trem principal de Seul não havia um centro de turismo!).
As duas viagens foram ótimas. Ademário diz que gostou mais do Japão, eu digo que gostei mais da Coreia do Sul, assim ficamos divididos, com motivos para voltar a estes dois países novamente, ou então explorar algum outro pela Ásia.

Templo japonês em Nara - primeira capital do país
Desfile comemorativo na Coreia do Sul


  Minha breve e inesquecível carreira de vendedora de sebo (Bienal do Livro Bahia - 2026) Gosto de livros desde a adolescência e, como todo ...