quinta-feira, setembro 12, 2013

Seis meses sem Nunça

Como não lembrar de uma pessoa tão especial, como esquecer do carinho que emanava dele.
 
Lembro quando ligava, ao dizer "Alô" ele já chamava "Norma" e passava o telefone. Era difícil falar com ele, engraçado como as coisas nos marcam. Só de vez em quando, quando tinha algum assunto a tratar que eu falava " Peraí pai, quero falar com você".
 
Ah, mas como tinha prazer em receber as pessoas, tratava todos da mesma forma seja qual fosse a condição social, não era do tipo de agradar por interesse, aliás, ele tinha interesse em todas as pessoas sem distinção.
 
E o orgulho que tinha da fazenda, contava vantagem (o que muita gente não gostava) do que tinha, valorizava as suas posses, inclusive os filhos e Dona Norma, éramos seu maior tesouro.
 
Gente, ter um pai como painho foi a melhor coisa da minha vida, aí tenho que fazer igual a ele, contar vantagem e agradecer, pois nem todo mundo tem esta chance na vida.
Em Corumbaú - jan/2012



No Brejão - dez/2012
No Rio - Ano Novo 2012/2013







No Brejão - dez/2012





6 comentários:

Bel B disse...

Sempre admirei a união dos Vianas. Os cinco sempre demonstraram ser Um por todos. Todos por Um.
Imagino então a falta que os dois estão fazendo para Anete, Sergio e Norma.

Fernando disse...

A humildade de Nunça era sem limite.

Fernando

Anônimo disse...

Os Vianas sao unidos mas minha familia era melhor!!!

Luladasequacao

Anônimo disse...

Se o homem se limitasse a querer ser feliz, conseguiria com a maior facilidade do mundo. O errado é querer ser mais feliz do que os outros, isto se torna difícil porque os outros sempre nos parecem ser mais felizes do que realmente são.

Fernando disse...

Tente fazer o melhor

Fernando disse...

Não existe família melhor, todas as famílias tem suas características que devem ser respeitadas e as coisas boas devem ser copiadas. É bom rever os conceitos.