terça-feira, novembro 28, 2017

Eliú Matos (21/09/1939 - 28/11/2017)


Família Caravana triste com a partida de Eliú, irmão de Califa, pai de Fau, Dani e Lipe, avô do nosso Joaca e Companheiro de muitas farras....

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Saudade: presença dos ausentes

Partiu Eliu... e tantos outros que amávamos, admirávamos... A triste partida eh inevitável...  Eh tiro certeiro.... Não se erra, não falha...

Mas a presença dos que deixaram muito de si, ficará... através de histórias...
como Eliu e sua pedra filosofal.. o mundo perfeito... que todo mundo era bom... ou não.. 

O ciume dos seus... 
O querer aplausos....
O querer contar mil contos aumentando um milhão de pontos....

Amante da sua profissão... viveu muitas coisas...
Acreditava no que ele falava..... (quem não eh assim?)


Tive certeza de que ele gostava de ser ele...... 
Eliú por Eliú = Eliú ( como eh bom ser nós mesmos!)

A vida deu-lhe muitas barragens a serem construídas... e construir... destruiu...reinventou... riu... chorou...

Ah sim!!!... tinha muitos defeitos...

Mas podemos gostar de uma pessoa pela metade?
Se foi e ficou...
Deixou a semente... filhos netos e bisnetos...
Que esses possam espalhar os mil contos desse velho contador de causos!

Meu abraço... de gratidão...
Vai...em paz...

                                                            (Naninha - 29/11/2017)

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Homenagem a Eliú na sua despedida.



quarta-feira, novembro 22, 2017

A alimentação no Planalto de Conquista – 1930 a 1950

Lançamento da segunda edição do livro de Amelinha


Poderíamos dizer que a festa foi quase tão boa quanto a da primeira edição, não foi igual porque não tínhamos a presença física da autora, mas com certeza ela estava entre nós, através das nossas lembranças e saudades.

As incansáveis Noélia, Norma e Anamira fizeram várias receitas do livro usando as técnicas da época. Nada de batedeira, os ovos foram batidos a mão.  Nada de facilidades, modernidades ou tecnologia. Além disso, algumas sócias do Clube da Amizade também preparam algumas receitas. A turma da infra-estrutura deu duro, ajudando de todas as formas. E a equipe de apoio: Anete, Sandra, Guida, Karla, Naninha, Joana, Diego, Fernando, Edinho, Charles, Sérgio, Eliezer entre outros, muito contribuiu para o sucesso do evento.

Duda, foi o anfitrião da festa no Clube da Amizade. Ele, Karla e Naninha organizaram a programação.


  •         Abertura – Lindinalva, presidente do Clube
  •          Leitura Receita – Ana Rocha
  •        Nossa convivência com Amelinha – Isabel
  •        Leitura do poema TiAmelinha – Anete
  •        Leitura de Receita – Sandra
  •        Leitura do texto Amelinha Lia – Guida
  •        Leitura do texto Três Mulheres – René
  •        Homenagem a Amelinha – D.Eleusa, sócia do Clube
  •        Apresentação musical Robson e Adriano Botura
  •        Apresentação musical – Diego
    


       Enquanto isto o serviço de Comes e Bebes não parou. Licores de jenipapo, figo, passas cujas receitas estão no livro,  além de cerveja que não pode faltar num evento deste.

    Antes do inicio da programação foi servida a entrada:  uma Sopa de Aimpim com Molho de Pimenta (preparado por Fernando). Após as apresentações, continuou o serviço com as iguarias: sarapatel, carne de porco, carneiro acompanhados com arroz e farofa. E para quem não quis jantar, tinha chimango, vários bolinhos (não podemos chamar de cup cake). Sobremesas: pé de moleque, com gosto da casa de tia Amelinha,  cocadinha de cacau,com gosto da casa de Noélia, e mais doces variados: ambrosia, doce de mamão, etc.  Tudo elaborado de acordo com as receitas do livro e com todo o esmero da equipe.

 Enfim, foi uma linda festa!....


... que continuou no dia seguinte, com almoço na casa de Norma, muita resenha, muita comida, muitas lembranças. E começaram as despedidas, alguns retornando para Salvador. Antes disso a foto final com todos devidamente usando a camisa com a capa do livro que foi uma iniciativa e produção de Anete e Vera.


Todo o evento foi bancado por Duda, que ofereceu os livros ao Clube da Amizade. 

Para quem quiser adquirir algum exemplar:

clubedaamizadevca@gmail.com

domingo, outubro 29, 2017

Vem aí o lançamento da segunda edição

Dia 18 de novembro de 2017 - 20h

no Clube da Amizade


Vitória da Conquista - Ba

Parabéns Márcio!...


Bento chegou em 28/10/2017


Chegou BENTO LEMOS BARRETO, filho de Nely e de Cristiano, neto de Edinho e Lucinha...

Seja bem-vindo Bento à Caravana, Bento!..



terça-feira, outubro 03, 2017

Descanse em paz, Professor.

Pat disse que gosta de lembrar de Nilson quando era conhecido como Professor...

Ontem no WhatsApp as pessoas ficaram relembrando os trabalhos de revisão de português que ele fez. As teses de mestrado... de Ivana, de Robson, de Lila, de Nelma, etc.  Revisou também o livro de tia Amelinha.

Recentemente para a segunda edição do livro de tia Amelinha, Célia me passou os textos de homenagens que foram escritos por alguns de nós.  Passei  tudo para Nilson revisar. Ele então me deu uma aula sobre “isto” e “isso” e “este” e “esse”, etc.. E me mandou uma revista com vários exemplos.  Agora toda vez que vou usar um desses pronomes me lembro dele.

Para os interessados, vale a dica: ele disse que na dúvida, use sempre “isso” ou "esse" em vez de "isto" ou "este",  que com certeza você errará menos.

"...........................
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo." (Cecília Meireles)



Nilson Barreto  faleceu em Salvador, em 02/out/1917.


Pat e Nilson, para recordar.

quinta-feira, agosto 31, 2017

Convite

Perguntou o homem a si mesmo: Quem eu sou e de onde vim? A Antropologia procura responde-lhe essa pergunta. E a Cosmologia que estuda a ordem do cosmos, procura responder-lhes sobre a origem deste, de onde veio, qual o primeiro princípio. E vem a Teologia ciência das coisas divinas, para discutir as razões e motivos a favor ou contra a crença de D'us, o ser criador.

E se D'us existe, por que o Bem e o Mal? Por que não é diferente o mundo? E dessas perguntas, outra disciplina, a Teodiceia (Theos-D'us e dikê- justiça) é quem cabe responder se há ou não justiça no mundo. E como sabemos? E vem a Gnosiologia para explicar o conhecimento.

Mas como se dá o saber? Para responder tal mecanismo eis a Epistemologia que estuda o saber das diversas ciências. E como se formou no Homem a sua inteligência? E eis a Psicogênese que lhe ensinará e discutirá os problemas referentes à formação do psiquismo humano. E o espírito humano, que é criador, como surgiu? Sobre esse espírito criador surge outra disciplina a Noogênese que estuda a gênese do nous, o espirito, e a Noologia, a ciência do espírito. Mas como funciona esse psiquismo? E eis a Psicologia que se encarrega de propor resposta à pergunta formulada aqui.

Mas, significam as coisas algo, dizem mais que o fenomênico? E eis a Semiótica que examina as significações das coisas. E há algo mais oculto, que possamos penetrar mais profundamente? e eis a Mística, que quer responder a pergunta. E as coisas são belas, apresentam em si mesmas algo que lhe deem outro valor. E então é a Estética que estudará esse ponto.

E o transcendente? Podemos alcançar o que está além de nós, além de nossa experiência? E eis a Metafísica Geral, a Ontologia, para responder a tais perguntas,. E como se dão os fatos no universo? Temos a Ciência que procura explicar o nexo do acontecer dentro de si mesmo, e de sua imanência, no que mana em (dentro de si), suas coisas experimentais. E como medir e contar os fatos? Temos para isso a Matemática.

E como compreender o Homem em suas relações com os outros? São a Ética, a Moral, o Direito, a História e a Sociologia que propõem-lhes respostas.
Como compreender o nexo dos pensamentos e usa-los da melhor maneira para atingir uma iluminação, que nos mostre mais nitidamente os fatos? E eis a Lógica e a Dialética.

Como explicar tudo isso, dar o nexo a tudo, juntar todo o conhecimento humano e analisa-lo em um grande corpo, num grande saber, que seja o saber de tudo, que seja o saber dos saberes, e eis a Filosofia.

(Convite à Filosofia - Mário Ferreira dos Santos)

sábado, julho 22, 2017


O que eu falo é o que você entende?

No final da década de 1990, fui professora temporária na Escola Politécnica da UFBA na disciplina de Materiais de Construção. Naquela época, os alunos, jovens de 18 e 19 anos (2º ano na Escola), gostavam de justificar qualquer assunto ou começar uma frase com o sujeito “os paradigmas da construção civil”. Um dia, conversando sobre um assunto qualquer, depois da referência usual, perguntei a que paradigmas eles estavam se referindo. Entreolharam-se e o mais safo disse: ah professora, é tudo isto que está aí!”

Estava aproximando o novo século e todos procuravam expressões “novedosas”. Aí, chegaram dois preciosos adjetivos: sustentável e ecológico. O “sustentável” é tão importante, que em muitos países da América Latina de língua espanhola, usam-se dois termos: sustentable e sostenible. Não consegui entender a diferença entre os dois, ainda mais porque o que é sustentable em um país é sostenible em outro e vice-versa. Na engenharia civil, e principalmente na arquitetura, tudo teve que ser ecológico para ser bom. Agora, novos profissionais se classificam adoidamente como bioconstrutor e bioarquiteto, só que a definição de um sobre esta auto titulação não corresponde a de nenhum outro. Em outra área, chegou a vez dos transgênicos (o diabo) e dos orgânicos (o anjo), só que ninguém sabe exatamente do que se trata.

Sempre me preocupei com o uso destes termos “amplos” que permitem qualquer um entender da sua própria forma, enquanto que você “acha” que o outro entende o que você está falando.

Recentemente, aconteceu uma situação muito peculiar que exemplifica o descompasso entre o que se fala e o que se entende.

Elisa, a neta de 4 anos, adora elefante rosa. Aqui em casa, tem uma toalha rosa com capuz de elefante que Elisa se enxuga, se enrola para ver vídeo e para dormir. Logo que Nara e Eduardo mudaram de casa, Elisa disse que gostou bastante do local, principalmente porque dá para ver o lavador automático de carro do elefante rosa. Sempre que passamos próximo deste lugar, Elisa faz algum comentário sobre o bicho. Há poucos dias, fomos buscar Paula e Elisa na escola e, no caminho de casa, passamos próximo do lavador do elefante rosa. Como sempre, Elisa demonstrou que gostava do elefante rosa e, informou: “papai não lava o carro aí porque é caro”. Depois de comentarmos sobre as possíveis comidas cor de rosa do elefante e outras bobagens, eu perguntei:

- Elisa, você sabe o que é caro?

- Sim, respondeu Elisa.

- E o que é?

Prontamente ela esclareceu:

- É ter que sair do carro para lavar. Ele vai sozinho!

Para tentar entender o entendimento firme de Elisa sobre o que é caro, comentei anteriormente com Eduardo sobre o entusiasmo dela quando passávamos pela lavadora de carro do elefante rosa. Aí Eduardo disse que não gostava do serviço deles: tinha que sair do carro no processo da lavagem e, ao receber, não estava bem lavado; além disso, era mais caro. Elisa escutou, associou e interpretou. Aí fica claro como se juntam informações que são particularmente interpretadas. Não dá para assumir paradigmas....

sábado, junho 24, 2017

quinta-feira, junho 22, 2017

O peregrino





O peregrino Daniel no Caminho de Santiago 






Chegou!

terça-feira, junho 20, 2017

Turistando em Sampa...

Aproveitando a chegada de Beatriz e Letícia em SP, lá fui eu também.  Infelizmente era o feriadão de Corpus Christi e os Rissos, com exceção de Eleusa, estavam viajando.
De tudo um pouco... primeiro a parte cultural, eu e Eleusa fomos  ver o musical Les Misérables  no teatro. Excelente.

No dia seguinte me mudei para casa de Ivan e Joana e fomos turistar na Liberdade com as meninas.  Sexta a noite, a pizza tradicional da casa de Eleusa, foi realizada na casa de Ivan, com presença de Mariana que também passou o fim de semana em SP.
Turistando na Liberdade

Almoço Japonês


programa de paulista sempre tem pizza


Sábado o casamento de Lucy, irmã de Joana. Letícia, 10 anos, que não se lembra de nenhum casamento,  (ela só foi a um, quando tinha 2 anos), queria saber todos os detalhes. E me perguntou várias vezes “o que faz a madrinha!” . Depois de várias respostas não satisfatórias que dei, sugeri ela perguntar a Joana,  que  era madrinha naquele casamento.
O casamento estava marcado para ás 16 h e neste horário os convidados começaram a chegar. As 16:30 h começou a cerimônia.   Em seguida a festa, tudo muito bom, bonito e organizado. O Buffet excelente. As 19 h o jantar foi servido. Em torno de 21:30 h a festa encerrou.  A grande maioria era japonesa, ou nissei, o que explica ser tudo certinho. Belo exemplo principalmente para nós baianos tão desorganizados, eternamente atrasados. Eu pensava: um casamento nesse horário em Salvador, o pessoal começaria chegar provavelmente às 18 h.
Bia e Let com os padrinhos Ivan e Joana

A noiva com Let e Bia


E o "grand finale" no domingo foi a Parada Gay na Avenida Paulista. Divertidíssima. Parecia o carnaval de anos atrás. Gente feliz cantando e dançando. Não vi nenhuma violência, nenhuma briga. Os fantasiados, na maior boa vontade, para tirar fotos com todos que pediam. Todo mundo com celular na mão. Turistas com grandes máquinas fotográficas e nos sentimos seguros no meio da multidão. É claro que só ficamos na Av Paulista e a Passeata seguiu para o Vale do Anhangabaú.  Se tudo foi em paz, não posso garantir.


Nos divertimos na Parada Gay



Após o último trio, a Prefeitura de João Dória em ação...


E foi tão legal que Mariana marcou para a gente se encontrar lá o ano que vem....


segunda-feira, junho 19, 2017

Bernardo


Benvindo Bernardo!... 
nasceu hoje pela manhã. 

É o novo neto de Marlúcia, filho de Zezinho,
bisneto de  Zezinho Barreto.

domingo, junho 18, 2017


Confissões de avós

Hi Man, Mulher Maravilha, Trapalhões, entre outros, foram heróis de Nara e Mariana, minhas filhas, no final da década de 1980. Era sagrado assistir Hi Man no sábado pela manhã no programa da Xuxa, e os Trapalhões no domingo à noite. Quando era lançado um filme dos Trapalhões ou da Xuxa, Amélia, minha mãe, a avó, rapidamente programava sua assistência. Algumas vezes, saiam de Dias D’Ávila, de ônibus, direto para o Shopping Iguatemi, retornando à tardinha; outras vezes, já estavam todas em Salvador, prontas para a ocasião.

Um dia, na minha petulante intelectualidade própria de adultos, perguntei à Amélia como ela tolerava assistir estes filmes. Ela, com um enigmático sorriso, muito discreto mas contente, disse-me que geralmente dormia durante o filme.

Sofia, Octonauts, TinkerBell, entre outros, são os heróis de Paula e Elisa, minhas netas, praticamente trinta anos mais tarde. Em geral, elas dormem em minha casa no final de semana. Após o jantar e o banho, sentamos as três, bem juntinhas, no sofá, para ver a última sessão de vídeo do dia. Confesso que, muitas vezes, procedo como Amélia: dou um delicioso cochilo durante a aventura da interesseira sereia Marina, desejada como um apetitoso jantar por Zig, uma hiena, mas adorada e protegida por um tubarão, Shark, ou então nas aventuras dos poneys de Equestria e o dragãozinho Spike.

Atualmente, o local preferido de Paula e Elisa é a casa da vovó, principalmente pelas sessões de vídeo acompanhadas de pipoca. A sessão final do dia é uma ocasião especial para mim, quando estou inteiramente disponível para participar. Sei que esta atividade é temporal; em algum tempo mais, Paula e Elisa não terão mais vontade de assistir vídeos destes heróis e, talvez, nem queiram vir para a casa de vovó. Mas, enquanto isto acontece, confesso que estou muito contente por ter a oportunidade de participar destes momentos especiais com minhas netas, divertimo-nos muito, sem existir a diferença de gerações.

E os cochilos? Ah, os deliciosos cochilos fazem parte do momento. Sempre me lembro do sorriso travesso de Amélia, quando me contou como assistia a estes filmes. Tenho certeza, assim como eu sinto hoje, que ela não trocava por nenhum outro programa.

terça-feira, junho 13, 2017

A quebra do porquinho

Aconteceu no dia 05 de maio de 2017.
Vamos começar pelo começo, há alguns anos atrás (em torno de 8 anos), no amigo secreto de um Natal de Conquista, escolhi o presente que Daniel tinha levado (esta é outra história muito engraçada, os presentes de Daniel são os mais inusitados possíveis, já teve mãozinha de coçar costas, chapéu de cangaceiro entre outros), para minha sorte foi o melhor presente de todos estes anos em que passamos as festas de final de ano juntos, um porquinho lindo de cerâmica que ele comprou lá para as bandas de Minas Gerais.


A vítima
Karla trouxe o prêmio para o vencedor.
Bem, primeiro combinar como seria, se abriria um buraco para tirar as moedas ou se quebraria inteiro. Resolvemos quebrar todo, pois diante de uma platéia curiosa e já calculista, temos que radicalizar. Primeiro veio o sorteio, conforme lista abaixo. Teve muitas pesquisas no Google, pesamos o mesmo e deu cravado 7 kg, foram 13 pessoas. Uma moeda de um real pesa 7,84 gramas, então já prevíamos que no máximo daria R$ 800,00 se tivesse só moedas de R$ 1,00. Teve até quem achasse que ia dar R$ 1.000,00, que grande ilusão. 

Diante do medo de quebrar no chão e estragar a cerâmica, usamos como estratégia uma bacia com um pano para amortecer a queda. E 

Resultado de imagem para desenho powdeu tudo certo!!!!






 A contagem foi massa, separamos as moedas por valor. Já estava achando que ia ficar rica, tipo, ganhar na loto. Só deu R$ 263,85, imagine juntar moedas por quase 8 anos e só dar isso, pode? Sentimos uma tristeza no ar, todos ficaram decepcionados com o pouco valor.
E o grande vencedor foi o David, que levou o porquinho brinde para casa e que vai ter que repetir a história, ah, mas só vai colocar moeda de R$ 1,00 não é?
Resultado de imagem para desenho felizE como tudo é motivo de festa, fizemos uma comidinha para o povo. Steak Tartare, torta mexicana e como faz um tempinho não me lembro do resto da comidaria. Creio que o valor do porquinho cobriu a festa.