sexta-feira, outubro 24, 2014

Férias no Japão

Ivan e Joana estão de férias no Japão e nos enviaram algumas fotos.

Passeio de teleférico com Monte Fuji ao fundo

Vista Monte Fuji

Uma surpresa a cada esquina:

Sanitário público feminino com cadeirinha para o bebê.


um poste diferente
Tampas de bueiros com desenhos



Vagão só para mulheres


terça-feira, outubro 21, 2014

Certidão de Casamento de Manuel Martins e Cecilia



Hamilton Ipê prometeu abrir o baú de antiguidades e começou com este documento.

segunda-feira, outubro 20, 2014

Salvador


Anteriormente agendada (significa que foi a data na qual a passagem era a mais barata) seguimos para o grande engarrafamento que hoje contorna a baia de todos os santos, outrora denominado cidade de São Salvador. Nos intervalos entre os engarrafamentos conseguimos, felizmente, ver nossa família, e o legal é que alguns desses queridos foram encontrados por acaso, como quer a turbulência e o clinamen epicuriano. O mote da viagem era dna. Patrícia reencontrar amigos de infância distribuidos, na ordem, pelo bar Ponte Aérea, feira da paróquia na Pituba e na Praia do Flamengo, ( local que está se tornando o point dos viajantes eufóricos quando da chegada e deprimidos quando da partida. Afinal como dizia o bardo, "quem parte morre um pouco").

Iniciamos a aventura pela praia da barra, adolescência de dna Pat. Após alguns acarajés, caipirinhas de maracujá, sol e muito mar que estavam divinos, retornamos para a casa de tia Noélia.



 

 


Tivemos show de música quase impossível (Orquestra de Violões da UFBA) - aliás estou preparando uma sugestão de repertório mais fácil para o nosso maestro Robson (vai incluir "atirei o pau no gato", e "noite feliz").  Pois o segundo movimento de Villa Lobos achei quase a nível imaginário (realmente um escândalo).
dna Patrícia reencontrou também dna Haydée, amiga de infância que mora no Horto. Desnecessário comentar o tamanho do engarrafamento para chegar lá, mas valeu a pena pelos acarajés e abarás minúsculos e maravilhosos.

Na feira da Pituba, surpresa ! Encontramos dna.Ana Paula, seu Ricardo e Rafael. Tom acertou um golaço em um brinquedo de futebol e foi premiado com um dominó de animais. Pat encontrou o amigo que não via a 20 anos e seguimos para casa de tia Nói onde ficamos até quase uma da manhã entre discussão existencial, política e cervejas com tia Nói e um Califa prosador, orgulhoso de seu olho de vidro.
 

 
Sábado foi marcado pela happy hour na casa de tio Fernando. Foi uma noite de bolas uma vez que surgiram as meninas de Léo, o que tornou o ambiente bem festivo e ainda mais jovial, criança sem dúvida, rejuvenesce a gente !!
 

Abaixo a cena de Tom brincando de motorzinho para empurrar as primas dentro da caixa de brinquedos, o apê de Bel e Fernando parecia um parque de diversões. Como não podia deixar de ser a trilha sonora foi primorosa, contava com um show de João Bosco, que se esforçou para imitar Cristiano Barreto.

 
No flagrante abaixo Tom despeja um saco de bolinhas no anfitreão incauto.
 

Teve café para os fortes também, fiquei na Stelinha.

Para finalizar a viagem com brilho e malemolência seguimos para a praia do Flamengo, com o grupo agora mais forte encorpado pela presença luxuosa do Dr. Daniel.

Luciano e um polvo seguiram de ônibus em carreira solo, enquanto nós seguimos pelo engarrafamento da orla.
Não fotografei o polvo, que jazia escondido em alguma panela, talvez envergonhado pelos kibes de tia Nói. Mas Lú deu um jeito nele e o dito bicho surgiu em um vinagrete ímpar. Mister preparou um super peixe em sua churrasqueira (que parece uma nave Klingdom de Star Trek).

O som foi projetado e instalado pelo maestro Robson. Vejam o arranjo lúdico:

 

O tanque serviu para aumentar ainda mais do som emprestado pela nossa Maria Júlia. Ficou decidido em mesa redonda que as raves, doravante, serão realizadas ali fora. Aliás, quem pode com isso aí ??

 
Aspecto do almoço rave:



Depois disso tivemos de vir embora para a rotina e trabalho, enfim, temos de vir para poder voltar não é?
 


segunda-feira, outubro 13, 2014

Fotos Antigas

Estava atras de umas fotos minhas e acabei achando umas fotos antigas que tinha mandado escanear ha tempos. Como ja estou nos trinta e tantos anos, estou comecando a considerar minhas fotos de bebe como antiguidade...







quinta-feira, outubro 09, 2014

Se você atropelasse um cachorro vira-lata, que faria?

História verídica: uma conhecida minha atropelou um cachorro vira-lata. Ela socorreu o infeliz, colocou-o no carro e levou a uma Clínica Veterinária, particular, claro. Não tem SUS pra cachorro.


Resultado: exames iniciais e diagnóstico ela desembolsou R$600,00. O cachorro precisava ser internado o que faria ela gastar mais uma pequena fortuna. Mas o cachorro terminou morrendo antes do internamento.

Ao ouvir a história fiquei refletindo sobre o assunto e confesso que não sei o que faria ...
A opinião de um amigo foi que ele daria o socorro até a clínica mas não pagaria, diria aos veterinários o que tinha acontecido e deixaria para que eles resolvessem se atenderiam o cachorro gratuitamente.


Outra questão: se ela pagasse o internamento e o cachorro ficasse bom. O que ela deveria fazer depois? Abandonar o cachorro na rua?

Enfim, que vocês acham?

segunda-feira, outubro 06, 2014

Minha foto

Bel, adorei a minha foto. Estava sem computador e não consegui postar do celular para agradecer, fiquei realmente emocionada.
Este ano nem sei aonde vou passar meu aniversário, ainda bem que no ano passado consegui realizar uma festa maravilhosa, o que não iria dar para fazer este ano.

sábado, outubro 04, 2014

Ressaca, Luiz Fernando Verissímo

"Hoje, existem pílulas milagrosas, mas eu ainda sou do tempo das grandes ressacas. As bebedeiras de antigamente eram mais dignas, porque você as tomava sabendo que no dia seguinte estaria no inferno. Além de saúde era preciso coragem. As novas gerações não conhecem ressaca, o que talvez explique a falência dos velhos valores. A ressaca era a prova de que a retribuição divina existe e que nenhum prazer ficará sem castigo. Cada porre era um desafio ao céu e às suas feras. E elas vinham: Náusea, Azia, Dor de Cabeça, Dúvidas Existenciais - as golfadas. Hoje, as bebedeiras não têm a mesma grandeza. São inconseqüentes, literalmente. Não é que eu fosse um bêbado, mas me lembro de todos os sábados de minha adolescência como uma luta desigual entre a cuba-libre e o meu instinto de autopreservação. A cuba-libre ganhava sempre. Já dos domingos me lembro de muito pouco, salvo a tontura e o desejo de morte. Jurava que nunca mais ia beber, mas, antes dos trinta, "nunca mais" dura pouco. Ou então o próximo sábado custava tanto a chegar que parecia mesmo uma eternidade. Não sei o que a cuba-libre fez com meu organismo, mas até hoje quando vejo uma garrafa de rum os dedos do meu pé encolhem. Tentava-se de tudo para evitar a ressaca. Eu preferia um Alka-Seltzer e duas aspirinas antes de dormir. Mas no estado em que chegava nem sempre conseguia completar a operação. Às vezes dissolvia as aspirinas num copo de água, engolia o Alka-Seltzer e ia borbulhando para a cama, quando encontrava a cama. Mas os métodos variavam. Por exemplo: Um cálice de azeite antes de começar a beber - O estômago se revoltava, você ficava doente e desistia de beber. Tomar um copo de água entre cada copo de bebida - O difícil era manter a regularidade. A certa altura, você começava a misturar a água com a bebida, e em proporções cada vez menores. Depois, passava a pedir um copo de outra bebida entre cada copo de bebida. Suco de tomate, limão, molho inglês, sal e pimenta - Para ser tomado no dia seguinte, de jejum. Adicionando vodca ficava um bloody-mary, mas isto era para mais tarde um pouco. Sumo de uma batata, sementes de girassol e folhas de gelatina verde dissolvidas em querosene - Misturava-se tudo num prato pirex forrado com velhos cartões do sabonete Eucalol. Embebia-se um algodão na testa e deitava-se com os pés na direção da ilha de Páscoa. Ficava-se imóvel durante três dias, no fim dos quais o tempo já teria curado a ressaca de qualquer maneira. Uma cerveja bem gelada na hora de acordar - Por alguma razão o método mais popular. Canja - Acreditava-se que uma boa canja de galinha de madrugada resolveria qualquer problema. Era preciso especificar que a canja era para tomar. No entanto, muitos mergulhavam o rosto no prato e tinham de ser socorridos às pressas antes do afogamento. Minha experiência maior era com a cuba-libre, mas conheço outros tipos de ressaca, pelo menos de ouvir falar. Você sabia que o uísque escocês que tomara na noite anterior era paraguaio quando acordava se sentindo como uma harpa guarani. Quando a bebedeira com uísque falsificado era muito grande, você acordava se sentindo como uma harpa guarani e no depósito de instrumentos da boate Catito's em Assunção. A pior ressaca era de gim. Na manhã seguinte, você não conseguia abrir os dois olhos ao mesmo tempo. Abria um e quando abria o outro, o primeiro se fechava. Ficava com o ouvido tão aguçado que ouvia até os sinos da catedral de São Pedro, em Roma. Ressaca de martini doce: você ia se levantar da cama e escorria para o chão como óleo. Pior é que você chamava a sua mãe, ela entrava correndo no quarto, escorregava em você e deslocava a bacia. Ressaca de vinho. Pior era a sede. Você se arrastava até a cozinha, tentava alcançar a garrafa de água e puxava todo o conteúdo da geladeira em cima de você. Era descoberto na manhã seguinte imobilizado por hortigranjeiros e laticínios e mastigando um chuchu para alcançar a umidade. Era deserdado na hora. Ressaca de cachaça. Você acordava sem saber como, de pé num canto do quarto. Levava meia hora para chegar até a cama porque se esquecera como se caminhava: era pé ante pé ou mão ante mão? Quando conseguia se deitar, tinha a sensação que deixara as duas orelhas e uma clavícula no canto. Olhava para cima e via que aquela mancha com uma forma vagamente humana no teto finalmente se definira. Era o Peter Pan e estava piscando para você. Ressaca de licor de ovos. Um dos poucos casos em que a lei brasileira permite a eutanásia. Ressaca de conhaque. Você acordava lúcido. Tinha, de repente, resposta para todos os enigmas do universo. A chave de tudo estava no seu cérebro. Devia ser por isso que aqueles homenzinhos estavam tentando arrombar a sua caixa craniana. Você sabia que era alucinação, mas por via das dúvidas, quando ouvia falar em dinamite, saltava da cama ligeiro. Hoje não existe mais isto. As pessoas bebem, bebem e não acontece nada. No dia seguinte estão saudáveis, bem-dispostas e fazem até piadas a respeito. De vez em quando alguns dos nossos se encontram e se saúdam em silêncio. Somos como veteranos de velhas guerras lembrando os companheiros caídos e o nosso heroísmo anônimo. Estivemos no inferno e voltamos, inteiros. Um brinde. E um Engov." Para não expor ninguém, não colocarei nomes. O post é teu, dito de antemão...Confesso que assustei-me com a história da cama balançando.Pensei que era algo como "O Exorcista" , aonde a cama da Reagan também balança e ela escuta vozes(temi perguntar isso, sobre as vozes e ouvir um "siiiim", vai que eram os primeiros sinais da possessão?).Ainda vou te ver bêbada, já cansei de te ver de ressaca.Nesse dia vou rir muito. Te adoro.

sexta-feira, outubro 03, 2014

O casamento está morto. Viva o Casamento!

O casamento está morto.

Na época que eu, primas e amigas estávamos casando, anos 70, pensávamos que tudo estava caminhando para a morte do casamento. Acho que um dos motivos era a não existência do divórcio.  Já tínhamos quebrado o paradigma do casamento vitalício. A mulher já tinha ido para o mercado de trabalho e assim acabado a dependência.
O divórcio foi instituído no Brasil  em 1977, assim mesmo só se concretizava após 3 anos de separação do casal e só era admitido uma única vez.  Que atraso! A modificação veio  na Constituição de 1988.
A própria cerimônia do casamento estava em baixa.  Preferíamos casar só no civil. As pessoas mais descoladas não casavam, juntavam.
Eu que pensava que o casamento estava prestes a morrer, hoje vejo os gays brigando para casar. Não se satisfazem com a união estável. Não dá para entender,  principalmente os homens que sempre pregaram que quem gosta de casamento são as mulheres.

Viva o casamento.

Anos mais tarde, a tradicional cerimônia de casamento voltou a moda e continua até hoje.  E tem pessoas  que casam várias vezes  com festa e  pompa.
Tradicional mesmo só a cerimônia, pois felizmente o casamento tem se modernizado.  Já não é necessário, nem possível, homem ou mulher abandonar tudo para acompanhar o cônjuge em determinadas situações.  Há de se pensar na vida profissional de ambos, na conveniência da família, na renda do casal, enfim busca-se a adaptar a situação em benefício de ambos.
Alguns exemplos de família: Ivan e Joana. Ele trabalha como consultor em várias cidades, deste modo só se encontram nos finais de semana. Iuri e Raissa. Ela, advogada, passou num concurso para Defensora Pública e foi para Itabuna e agora o casal também só se encontra nos fins de semana.  Leo e Alessandra nos primeiros anos de casados, também era assim, ela em Salinas, ele aqui.

Acho que é bom. Menos tempo juntos, menos rotina... fica parecendo namoro.

segunda-feira, setembro 22, 2014

CARURU 2014

Como ocorre todo ano, no mês de setembro, uma semana antes do Cosme e Damião, Dna Patrícia e auxiliares (eu incluso), promove o fantástico Caruru. Localiza-se no sovaco do Cristo, para ser mais exato sob o sovaco direito. Presenças internacionais (moradores do Leblon, Ipanema, Vargem Pequena, Humaitá e Tijuca) nos prestigiaram nesse sábado. Para deleitar vossos olhos, seguem algumas fotos do evento.







Essa foto abaixo são das mães que tinham seus filhos na época em que Tarso era bebê aqui na escolinha do lado (Atchim), Pat foi incorporada ao time.

sábado, setembro 20, 2014

Dia da Árvore - 21 de setembro



PAU BRASIL - Plantamos em 2000

2001


2002

Floriu pela primeira vez em 2003

2004


2014


Este já é um "filhinho" na casa de Igor. Plantado há 5 anos.



A foto de 2014, por sinal a única que não fui a fotógrafa, encomendei a Luciano na última sexta-feira, não está nítida. Além do mais este tanque azul... 

Detalhe das flores do Pau Brasil para quem não conhece - Foto de 2003






domingo, setembro 14, 2014

Fernando e Mãe Stella

“Bisneto de preto, neto de pobres, filho da Bahia, de mãe Cleusa e mãe Stella, teimosamente digo não a essa perseguição implacável ao candomblé. E defendo nosso direito democrático de acreditar na força do trovão, dos mares, do vento e da chuva. Pode ser primário, mas é lindo. Quer coisa mais bonita do que acreditar que os deuses podem baixar entre os homens em lugares tão pobres onde nem a saúde, a educação e polícia se interessam em ir?” (Nizan Guanaes)


Pois é, até Fernando, ateu declarado e sacramentado, se rendeu ao candomblé. Vejam foto que não me deixa mentir, ele na última sexta-feira recebendo bênçãos de Mãe Stella. Só esqueceu de vestir branco, mas na próxima não vai falhar. Axé!!!

quinta-feira, setembro 11, 2014

11 de setembro

Onde você estava em 11 de setembro de 2001? 
Como você soube do atentado terrorista no World Trade Center?

Um dia vi um documentário em que se dizia que o "11 de setembro" foi o acontecimento mais chocante que já houve na história. Uma pesquisa em diversos países, com um número bastante significativo de pessoas, todas se lembravam onde estavam e como souberam a notícia.

Eu estava dirigindo, ia para o Hospital Português com minha mãe, passava pelo Campo Grande, quando ouvi a notícia no radio. Liguei imediatamente para Fernando, que já sabia e me confirmou. Na recepção do hospital vi as imagens na TV.


1995 - Isabel em NY - World Trade Center na paisagem


Durante muito tempo toda vez que via um avião me lembrava do episódio. Imagino as pessoas que participaram disto ao vivo.