segunda-feira, outubro 31, 2016

Túnel do tempo















Identificados:

1. Alvinho
2. Fernando
3. René
4. Lula
5. Hamilton
6. Isabel
7. Iris
8. Noélia
9. provavelmente Célia

terça-feira, outubro 25, 2016

João Pedro



Bem-vindo João Pedro!

Nasceu domingo, 23/out/2016, em Conquista.

Filho de Darlan Barreto e Karyne.

e assim a família Barreto vai crescendo...

quarta-feira, outubro 19, 2016

Meu aniversário

Comemorei no Rio no domingo dia 16 de outubro, pois Joana e Ana iam viajar dia 17.

Muita comida. A carne de porco ficou um colosso, o escondidinho então, nem se fala e não podia deixar de fazer o steak tartar.
Pat fez a farofa de cenoura e Joana e Aninha ajudaram bastante.
O porco mainha ganhou de presente do vaqueiro de Duda, cheguei do chá de bebê de Caio e coloquei para cozinhar, como já era de madrugada, dormi, duas horas depois Joana vem me acordar perguntando se podia desligar...imagina o susto. Mas ela ficou monitorando e colocou mais água, depois só foi colocar no forno. Foi o item mais elogiado da festa.
Escondidinho




O escondidinho foi com aimpim da fazenda de tio Edinho, que maravilha, não precisou nem passar na peneira. O recheio foi de carne de charque de bode feito por Dudão, calabresa e frango. O de calabresa e frango foi Joana quem fez, Aninha participou no corte dos tomates, pepinos, cebolas, tudo perfeitinho, a menina é perfeccionista.


 Quem foi além do pessoal da foto abaixo : Os colegas de Diego, Raisa, Harry e Ricardo, Pat, André e Tom. E Tim, irmão de Anamira. E minhas amigas Sandrinha, Jeanete, Lise, Kátia, Regina e Zezito. E também o grande Kim, o cara da música.

Lasanha de banana da terra




E teve também a lasanha de banana da terra com molho de queijo, feito por Joana, de dar água na boca.





Bolo feito por minha
 amiga Jeanete





Alguns convidados, infelizmente só tiramos foto no final
 Bem, de susto tive que vir também com as meninas para Conquista na segunda, de carona e passei meu aniversário aqui, chegamos no dia 18 de madrugada. De noite resolvemos tomar uma cervejinha rápida para não passar em branco. Acho que estou devendo uma comemoração aqui em Conquista, quem sabe quando voltar da fazenda faço um pão com linguiça?

Ah, e olha que lindo Malu fez para mim.



sexta-feira, outubro 07, 2016

Niver Duda

O aniversário de Dudão, com direito a vídeo de presente. Agradeço a todos que participaram.

Não consegui colocar a música do vídeo original por causa dos direitos autorais. E esta foi a música mais longa que tinha.
Um brinde ao aniversariante

Bem, a festa foi na fazenda Havay. Chegamos eu, mainha, Joana, Maria Luisa e Bruno quase às 22 horas da noite. Era para ser surpresa mas Serginho ligou antes para saber se a gente tinha chegado. Apresentamos o vídeo no Data Show de Karla. Faltou pouco para o aniversariante chorar.
No dia seguinte chegaram Serginho, Anamira, Aninha, Karla, Charles, Tia Noe e Dilza. Lúcia já se encontrava lá. Muita alegria, cerveja, uisque e como sempre muita comida.
Na saída carne de charque de bode para todos. Dilza como não é nem um pouco exagerada, além de levar o charque, levou um casal de bode vivos na sua camionete, vamos aguardar a festa do Bode em Salinas.

O brinquedinho que Dudão se presenteou não quis funcionar de jeito nenhum. Mas o drone deu o ar da graça,  só depois que saimos.

Como é bom estar junto com a família. Muita folia. Que tenhamos muitas festas sempre.
Chiquinho e Chiquinha
Bolo by Anamira, com direito a fazendinha
Os parabéns

Preparando para os parabéns
Cortando o bolo
Café da manhã
A felicidade do aniversariante
Despedida da galera
Malu fazendo arte com flores

Fazendo pose








quinta-feira, setembro 08, 2016

Nostalgia

A brochura, "A página de Amelinha” tem, na contracapa, uma foto que registra um breve momento que gostaria de relatar. Estamos os três filhos e minha mãe antes da saída de casa para o primeiro dia de aula. A fotografia foi feita na entrada da nossa casa, no pequeno jardim, antes da entrada principal, que era uma antessala à sala de visitas e sala de jantar do casarão da Rua Nova, número 1, que depois se tornou Avenida Otávio Santos, 495.

Meus irmãos já estudavam na escola do Professor Moura e esse seria o meu primeiro dia nessa escola, assim como seria o primeiro dia para Amélia na Escola Normal. Não me lembro do nome da escola na época, nem tão pouco sei como se chama agora, mas era chamada de Escola Normal, pois tinha essa modalidade de curso colegial, além do clássico e científico, destinada à graduação de professores para o ensino no curso primário. A formação desses professores era primorosa, principalmente na língua portuguesa, que os colocava como pessoas letradas. Estudava-se inclusive latim, como disciplina curricular, e dessa forma os professores do curso primário ocupavam lugar de destaque por seus conhecimentos.
Minha mãe e minha irmã usam saias plissadas nos seus uniformes, que são feitas em casa em uma autoclave que molda essa forma nos tecidos. A autoclave ficava no ultimo quarto da casa, um quarto de costuras, e era um empreendimento de minha mãe – fazer plissados em tecidos para serem usados nos uniformes escolares, e outras saias também.
Eu e meu irmão exibíamos cortes de cabelo com topete, de uso obrigatório na época, e se tornou moda cinquenta anos depois, com os jogadores de futebol.
Após registrar o momento em fotografia, eu estava ansioso para o meu primeiro dia de escola de “verdade”, que era pra valer, que tinha nota vermelha e palmatória. Antes foi o pré-primário e a alfabetização na escola de Dona Mariquinha. Notei que minha mãe também estava apreensiva, pois, para Amélia, também era o seu primeiro dia de escola formal – antes tinha sido alfabetizada por sua avó Emília, seguido de um curso primário sem prometimentos em Três Morros (atual Lafaiete Coutinho). Agora ia iniciar o curso ginasial na Escola Normal: não podia ter notas vermelhas, pois era mãe de três filhos, que eram dedicados aos estudos, e esposa de um dos médicos da cidade. Mas ela tinha escolhido que ia tomar esse rumo, começando pelo de todos os dias seguir pela Rua Siqueira Campos para a Escola Normal.
Foi o nosso caminho sem volta, depois desse dia, nunca passamos um dia sem ir para a escola.
(Luiz Eduardo Barreto Martins)


terça-feira, agosto 30, 2016

Desafio aceito: Pudim de Pão

Aproveite o pão que o diabo amassou
 e faça um delicioso pudim

Pudim de pão - do livro A Alimentação no Planalto de Conquista - de Amélia Barreto de Souza.

Da próxima vez farei metade da receita...


terça-feira, agosto 23, 2016

TIAMELINHA

Velocípede novo, Dida, Vó Nicácia
Cão latindo, vento frio
Muito frio! .. E o
Quintal da casa de
Tiamelinha
Floresta cheia de onças
Sacis, “cobóis” e até assombrações
Eles, como as mangueiras do quintal
Surgem do nada, pedaços de felicidade
Soltos na memória que voltam
Mais presentes que quando vividos
Que alegram, que entristecem e
Trazem à tona coisas antes tidas
Como normais, como a amizade,
A verdadeira amizade!.. Coisa rara!..
Vento frio, bule com café com leite,
Irmã mais velha, pé de moleque,
Vó Zulmira, frio, muito frio...,
Saudade dos que foram..., Vontade
De voltar..., vontade de chorar....


Nando da Costa Lima
(filho de Altamirando Costa Lima)
(poema escrito em 2001) 

Desafio Livro de Amélia


Fazer uma receita do livro "Alimentação no Planalto de Conquista" e publicar neste blog.

Primeira receita - Cocada de chocolate - já publicada.

quinta-feira, agosto 11, 2016

E a família aumentando


Alice

Chegou no dia 26 de julho de 2016, em Salvador, no mesmo dia do aniversário de seu papai Iuri.











Davi Lucca

Nasceu no dia 10 de agosto de 2016, em Conquista, filho de Rinaldo e Gleica.




Mantendo a tradição, uma geração de homens e outra de mulheres.

Flori tem 8 netos (Igor, Iuri, Ivan, Iago, Gabriel, Daniel, João Miguel e Davi Lucca) e 4 bisnetas (Beatriz, Letícia, Lara e Alice).


segunda-feira, agosto 01, 2016

O que falar de vovó Amélia?

A infância é a época mais injusta da vida, hoje estou quase chegando aos quarenta e posso dizer isso sem medo de errar. É a época em que não se tem contas a pagar, onde o tempo passa a passos lentos, quando uma singela moeda significa muito dinheiro, os sonhos se confundem com a realidade e os avós são eternos, sempre estarão lá para transformar os sonhos em realidade e encantar os netos com histórias e brincadeiras.

Tive muita sorte durante esse período, além dos 4 avós (maternos e paternos) ainda fui presenteada com uma bisavó. Não tive do que reclamar, naquela época, anos 80, era normal ter pais casados e presentes, ter avós maternos e paternos, vários tios e uma bisavó. Todos tiveram um papel na minha infância, mas o que falar de vovó Amélia?

Foi ela quem curtiu as netas (eu e minha irmã) de uma maneira invejável, tanto ia nos visitar, de quando em vez, como fazia questão de curtir nossas férias como se fossem as dela. Eu ainda não tinha capacidade de entender o quanto minha vó significava para as outras pessoas ou para a sociedade, afinal uma “senhora” que se divorciou de um doutor em meados dos anos 70, e foi para a escola junto com os filhos, poderia ser taxada de doida ou de revolucionária. Para mim ela era minha vó e só isso bastava.

Dos sonhos transformados em realidade e dos momentos de “corujice voterna” as festas juninas, os aniversários e natais eram um espetáculo a parte. O que dizer de uma avó cuja bagagem estava repleta de biscoitos de Conquista e a cabeça repleta de ideias para encantar adultos e crianças? Lembro de uma vez que fui fantasiada de palhaço e provavelmente devo ter morrido de vergonha, lembro-me de uma mesa de aniversário (não lembro se era o meu ou o de minha irmã) cheia de tartarugas, feitas com pães ou algo assim; em outro momento tinha um bolo com cobertura de chocolate e várias frutas em miniatura, feitas com leite em pó nas mais diversas formas e cores. Infelizmente a memória não me deixa lembrar os detalhes, exceto a parte antes das festas que era uma festa a parte. Além de fazer o brigadeiro, e raspar a panela, ainda tínhamos a expectativa de raspar o tacho de qualquer coisa doce; poderia ser uma cocada, a cobertura ou até mesmo a massa crua do bolo.

O tempo passou e os avós se foram, as contas surgiram, as obrigações, os horários a cumprir, o trabalho a fazer, a tão sonhada “independência”, independente da minha vontade. Na memória ficaram as poucas lembranças de um tempo passado que não retorna, mas a certeza de uma infância repleta de aventuras e recordações de vovó Amélia.

(Texto de Mariana para a segunda edição do livro de Amelinha)



quinta-feira, julho 28, 2016

Viagem a Europa 2016


Um resumo da nossa viagem a Europa

Período :  16 de abril a 17 de maio de 2016
A programação inicial eram de 9 países, mas só visitamos 6 (Ficaram fora a Itália, Áustria e Bélgica)
Saída do Rio

01 - França (17 a 18/04 - 26 a 30/04 - 7 dias)

Só fomos em Paris, encontramos com Diego que foi pegar a gente no aeroporto.
Onde ficamos : Com Deise no apartamento dela no Bairro Quartier Latin e no apartamento de Diego.
De Paris fomos a Portugal e Espanha e retornamos para pegar a bagagem de Diego e ir para a Alemanha.
Como sempre ainda ficaram alguns locais em Paris e imediações que não tivemos tempo de visitar como Versailles. Vou ter que voltar a terceira vez.
Desta vez fui ao Louvre com mainha, vimos a Monalisa, Afrodite, achamos até uma estátua parecida com Charles.
Fomos a Notre Dame (mainha achou muito pequena), Torre Eiffel (subimos e sentimos um frio de matar), Pantheon, Champs-Élysées, entre outros pontos turísticos. Fizemos um passeio no ônibus de turismo, foi muito bom para termos uma idéia de Paris (já tinha feito quando fui a primeira vez).
Conceição fez um Raclette no jantar, muito bom, adoramos.
Saímos com a bagagem de Diego, violão, skate, ukululê, e as malas, pegamos uma van pelo Uber e fomos de trem para a Alemanha.

Não é que tio Charles
 estava no Louvre?
No trem saindo do
Aeroporto de Paris
Jantar na casa de Conceição e Vlabi
No apartamento de Diego.




02 - Portugal (19 a 20/04 - 2 dias)

Fomos em Lisboa, Cascais, Sintra e Cabo da Roca.
Como Deise resolveu ir com a gente, alugamos um apartamento na Rua dos Sapateiros, a Casinha dos Sapateiros, no Baixo Chiado, bem no centro, para 4 pessoas. Recomendo, era a primeira locação.
Gostamos muito, um alívio estar em um local que fala a nossa língua, com pessoas muito simpáticas, fomos muito bem recebidos. Nos sentimos em casa.
Só passamos dois dias, no primeiro dia, fomos no Castelo de São Jorge, Catedral da Sé, no Mercado da Ribeira e de noite fomos ao fado na Tasca do Chico.
No segundo dia pegamos um guia e fomos nas cidades de Sintra, Cabo da Roca e Cascais, ele nos pegou na Casinha dos Sapateiros de manhã, às 10 horas, e ficamos na estação de trem para Madri às 20 horas. Antes Deise ficou no apartamento.
O que achei engraçado foi em uma praia que paramos antes de Cascais, fomos ver a temperatura da água e veio uma onda mais forte e nos molhou, resultado, meu tênis encheu de areia e troquei por um sapato e Deise teve que tirar todas as meias calças.



Onde ficamos na
Rua dos Sapateiros
No Castelo de São Jorge
Café da manhã delicioso



03 - Espanha (22 a 25/04 - 4 dias)

Encontrei com minha amiga Rosana e ficamos no apartamento dela em Villaviciosa de Odón, perto de Madri. No último dia ficamos em um hotel perto do aeroporto.
Fomos visitar Toledo, uma cidade medieval que gostei muito, parece que a gente estava em um filme.
Muita comida e muita fartura, você pede uma cerveja e lá vem um taco de cortesia. Tem primeiro prato, segundo prato e sobremesa. E a entrada também. Come-se muito na Espanha e a comida é gostosa.
Madri é uma cidade noturna, acordam e dormem tarde. Como fomos na primavera os dias são muito longos, escurece às 21 horas.
Com minha amiga como guia, conhecemos Madri, dos Museu Rainha Sophia aos mercados dos palácios aos parques.
Villaviciosa de Odón
Local que era uma tabacaria
 em Madrid, transformado
 em centro de arte

Eu e mainha em Toledo
Mainha com minha amiga Rosana


04 - Alemanha (01/05 - 04 a 13/05 - 11 dias)

Ficamos mais tempo na Alemanha em função de ser a casa de minha prima Celinha em Windah e fizemos muitos passeios.
Ela, Felix e Klaus nos presentearam um final de semana com direito a uma van e rodamos por quase toda a Bavária, conhecemos castelos medievais, igreja, ilha das flores, etc. Não é todo mundo que tem este previlégio, com direito também a um picnic. Adorei as cidades, dormimos em Ochsenfurt, muito linda. Rothenburg é muito linda também, uma cidade medieval. Gostei também de conhecer Ulm, cidade que Eistein nasceu e que tem a igreja mais alta do mundo.
Já conhecia Munique, muito agradável, paramos para comer um joelho de porco e tomar uma cerveja, claro. E também em outro dia comemos mais um joelho de porco em Heiligen Berg.
Fora isto ainda teve almoços em Hohempeissenberg e Galterdorf, Castelo do Rei Ludovico, o lago em Sterger.
E minha promessa de só voltar na Alemanha quando aprender a falar Alemão...kkkkkkk
E minha promessa de ir de Windach para Heiligen Berg andando se Diego se tornar diplomata (vir nadando pelo Lago Ammersee foi brincadeira).
Depois de sair de Windach, fomos para Hamburgo pois Diego foi encontrar os colegas. Fizemos um passeio de barco em que o guia só falava alemão, não entendemos nadica de nada.

A viagem a partir de Windach até Amsterdã foi de trem. Saímos carregando uma bagagem imensa, quase morri de tanto carregar mala. Quando chegamos em Hamburgo, o skate de Diego que estava preso a sua mochila com o computador caiu debaixo do trem que estava parado ainda, ele pulou e conseguiu pegar, quase morri de susto.
Da próxima vez temos que repensar para não carregar tanta coisa.


Mainha em Windach

Dia das mães em Würzburg
Aniversário de mainha - Celinha
 fez café da manhã, almoçamos
fora e ainda teve os parabéns de noite
com direito a bolo.

Tomando um sorvete na cidade
 que Klaus nasceu - Landsberg
Ilha das Flores
Lago perto de Windach
Adorei esta foto
Uma noite musical maravilhosa
 com Diego e Klaus


Passeio da Van - 7 e 8 de maio


05 - República Tcheca (02 a 03/05 - 02 dias)

A famosa Praga, gostamos muito, e mais ainda que é uma das cidades mais baratas da Europa. Mainha se empolgou, realizou o sonho de conhecer a terra de Kafka.
Como companheira de viagem estava Celinha, que embora já conhecesse nos deu o prazer da sua companhia.
Ficamos em um hotel no centro, baratinho e bonzinho. O café da manhã era um almoço.

Passeio de barco
Uma amostra de Praga


06 - Holanda (14 a 16/05 - 02 dias)

Só fomos em Amsterdã, ficamos em uma apartamento alugado pelo AIRBNB, muito lindo, era térreo e tinha até churrasqueira na área externa.
Mas só foram 2 dias, deu tempo ver a rua da Luz Vermelha, ir na Casa de Anne Frank, o Museu Van Gogh e conhecer um pouco a noite.
Lá encontramos com uma amiga minha, Juliana e o marido.
E nossa companheira de viagem, Deise, estava lá com a gente.


Minha amiga Juliana com o marido Marcos.
Em um restaurante italiano
Dona Norma fazendo pose

Só volto à Europa no verão. Passamos alguns dias com o clima bom, mas a maioria dos dias ainda estava muito frio, mesmo sendo na Primavera.

Só tenho que agradecer as pessoas que nos acolheram nesta viagem, acho que todo mundo sabe que só gosto de viajar para encontrar pessoas conhecidas, parentes e amigos. E com certeza é a melhor forma de conhecer as cidades.


Curiosidades Gerais:

* O euro estava cotado na época em torno de R$ 4,00 (quatro reais)
* A coroa tcheca R$ 0,16 (dezesseis centavos)
* A passagem ida e volta Rio/Paris foi R$ 2.000,00 por pessoa
* Gastamos em torno de R$ 10.000,00 (dez mil reais) por pessoa em 30 dias
* Rodamos 6.165 km durante o mês, sem contar as viagens internas da Alemanha.
* A média diária de alimentação, translado (uber, ônibus e metrô) e atrações por dia/pessoa foi menos de $ 60,00 (sessenta euros)
* De transporte interno de trem e avião gastamos em torno de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por pessoa
* O que mais economizamos foi a hospedagem que deu em torno de R$ 1.300,00 (mil e trezentos reais) por pessoa

segunda-feira, julho 25, 2016

Primeira Receita - Cocada de Chocolate - Livro de Amélia

E vamos à primeira receita do livro de vovó Amélia.
Este projeto está baseado na reedição do livro A ALIMENTAÇÃO NO PLANALTO DE CONQUISTA - 1930 A 1950 
Este vídeo foi gravado na Fazenda Itapoan de Califa e tia Noe. Fomos lá, eu, mainha e Serginho e na véspera de ir embora lembrei e começamos a gravar a primeira receita. Foi gravado em 05/07/2016 e ontem Diego editou e temos já uma amostra do que vem daí para frente.
Bem, o projeto é o seguinte, qualquer pessoa pode pegar uma receita do livro e fazer, filmar e editar e colocar aqui no Caravana. Vamos seguir a ordem e sempre colocar este índice no corpo da publicação.
01 - Primeira Receita - Cocada de Chocolate - Livro de Amélia
02 - .... (Quem vai ser o próximo?????? )

Sempre é bom lembrar de pessoas queridas e mais ainda de uma pessoa tão importante na nossa vida, inesquecível, batalhadora, uma mulher que fez a diferença, que como disse tio Nilson, Amelinha lia... Mas Amelinha não só lia, ela tinha opinião, ela tinha uma personalidade forte, ela queria e fez um diferencial na sua e na nossa vida. E hoje começamos com esta pequena homenagem.


Esta é a receita original do livro.

TABLETE DE CACAU (chocolate) (D. Etelvita) 


200 g de caroço de cacau torrado, sem a pele e moído 
1 litro de leite 
1 ½ kg de açúcar 

PREPARO - Misture os ingredientes numa panela grossa ou num tacho. Leve ao fogo, mexendo com uma colher de pau. Quando estiver no ponto de corte, tire do fogo e mexa mais um pouco. Despeje num tabuleiro untado. Corte em quadradinhos.

terça-feira, julho 19, 2016

Metafísica - um approach inicial

Por uma palavra originária entendemos aquela que se formou a partir de uma experiência humana essencial e originária como sua locução. Dizer isto, não equivale a afirmar que esta palavra originária também precisa ter surgido em um tempo originário, ela pode ser relativamente tardia. O carácter relativamente tardio de uma palavra originária não fala contra este carácter. (Heidegger).

Vamos voltar no tempo:

Em Messina, entre 1280 e 1290, Abrãao Abulafia compôs tratados cabalísticos que, depois de permanecerem manuscritos por séculos nas bibliotecas europeias, apenas no nosso século foram restituídos à atenção dos não especialistas por Gershom Scholem e Moshe Idel. Neles, a criação divina é concebida como um ato de escritura no qual as letras representam, por assim dizer, o veículo material por meio do qual o verbo criador de D’us – assimilado a um escriba que move a pena - incorpora-se às coisas criadas:

“O segredo que está na origem da multidão das criaturas é a letra do alfabeto e toda letra é um signo que se refere à criação. Como o escriba tem em mãos a sua pena e, por meio dela, traz algumas gotas da matéria da tinta, prefigurando na sua mente a forma que quer dar à matéria – todos gestos nos quais a mão do escriba é a esfera vivente que move a pena inanimada que lhe serve de instrumento para fazer escorrer a tinta sobre o pergaminho que representa o corpo, suporte da matéria e forma, assim também atos similares são realizados nas esferas superiores e inferiores da criação, como quem tem inteligência pode compreender por si, porque acerca disso é proibido falar mais.”


A explicação seria aquela onde D’us não interfere na sua criação, uma vez que por axioma há de ser perfeita, como Ele.

Penso que a profundidade do pensamento de Leibniz encontra essa potência, mas isto é outra história.


sexta-feira, julho 15, 2016

Amelinha lia

Era tempo da expressão “Grande Guerra”. Lá sabia eu o que era guerra, e saber o que era ler estava ainda bem mais distante. Com tanto se falar a palavra guerra, fui descobrindo o que era.
Os Gonçalves lideravam o desfile da marcha pela rua principal ( e única!) de Três Morros, ao som de tambor, caixa e clarinete. A molecada se divertia – a fanfarra era guerra.

Faltava açúcar branco (cristal) nas vendas. Falta de açúcar branco era guerra. O jeito era consumir açúcar preto (mascavo), que às vezes também faltava – falta de açúcar preto era guerra. Aí, era coar café com garapa de cana, mas menino não bebia café – comia café com farinha.
Faltava pão na venda e padaria de Dino – era guerra. E o pior: Faltava bolacha papuda, que menino comprava com trocados de tostões e cruzados. Quando os tostões eram poucos, era comer bolacha papuda no escondido.

Acontecia a guerra que era a falta de gás (querosene). Os candeeiros e fifós não se acendiam nas casas de Três Morros. Tudo escuro em noites sem luar, mas, para resolver, valia-se da lamparina alimentada com óleo de mamona, que se produzia e adquiria por ali mesmo.
Amelinha tinha um pequeno candeeiro a gás. Eu sempre acordava pelo meio da noite e, de olhos meio abertos, via a claridade sob o telhado na parte correspondente ao quarto onde dormia Amelinha. Amelinha lendo, certamente; e achava eu que isso era coisa de gente grande.

Eu e companheiros, quando pegávamos uma revista, jornal ou livro, era para virar páginas, vendo figuras - se coloridas as figuras, era uma beleza só.
E Amelinha lia, até altas horas da noite. No dia a dia corria o zunzum: Zezinho (pai) não gostava: Se era porque a luz acesa gastava gás, ou a lamparina consumia óleo de mamona; ou, ainda, porque ela lia, e o que lia. Eu nem aí. Mas chamava-me atenção: Amelinha lia.

Amelinha aprendia, ensinava e induzia outros à leitura. Uma virtude que ela demonstrava, entre outras – com aulas até mesmo indiretas (quando se dizia: Amelinha faz isso, faz assim...) em várias áreas, como na culinária, na costura, no tricô e, a meu ver, uma aula importantíssima: LER.

Quando ingressei na escola (aos 8 anos de idade), despertou-me a curiosidade por ler e, lembrando-me de Amelinha, achava que seria bom saber ler. Para mim a grande aula de Amelinha: LER.
Muito obrigado, irmã!... Saudade...


Nilson Andrade Barreto


(Texto de Nilson para a nova edição do livro de Amélia)

segunda-feira, julho 11, 2016

A noção de potência no séc. XIII - Ghazali em Guia dos Perplexos.

Um iluminado pela luz de D'us corre os olhos por uma folha de papel escrita com tinta preta e lhe pergunta: 'como tu, que antes tinhas uma alvura que cegava, agora está coberta de sinais negros? Por que tua face ficou negra?'. És injusto comigo, responde a folha, pois não fui eu quem enegreceu meu rosto. Pergunte à tinta, que sem razão alguma saiu do tinteiro para espalhar-se sobre mim. O homem dirige-se à tinta para obter explicações, mas esta responde remetendo-o à pena, que a tirou de sua tranquila morada para exilá-la na folha. Interrogada, por sua vez, a pena o remete à mão que que, depois de tê-la talhado e cruelmente dividido a ponta, imergiu-a na tinta. A mão, que diz não ser outra coisa senão carne e míseros ossos, convida-o a dirigir-se à Potência que a moveu; a Potência, à Vontade, e esta, à Ciência, até que, de remissão em remissão, o iluminado chega, por fim, diante dos impenetráveis véus da Potência divina, desde os quais uma voz terrível grita: "A D'us não se pede satisfação do que faz, ao passo que a vós serão pedidas satisfações"

quinta-feira, julho 07, 2016

Dia das netas...

As minhas sobrinhas-netas Beatriz e Letícia estão em Salvador para as costumeiras férias do meio do ano para a gente e de fim do ano letivo para elas. Já estão mocinhas: uma com 11 e a outra com 9 anos. As amiguinhas também, Maria Júlia com 10 anos e Yasmin com 11, parecem meninas de 13 anos.

Lá se foi o encantamento da infância. Oh que saudade das menininhas quando a gente tinha tanto a ensinar. A tendência agora é ficarem sabidas demais e daqui a pouco “aborrecentes”  e  a gente tem que se virar se quiser acompanhá-las. . Quando meus sobrinhos entraram para adolescência não me abalei, parecia tudo normal, no entanto sofro com o crescimento das meninas, lembro-me da minha própria jornada.

Atualmente elas têm muito mais a falar com as amigas que com a avó, claro!. Entendo e tento me manter à distância. Já não faz sentido eu ir vê-las na casa da avó: cada uma com seu i-pad, celular ou livro. E outro agravante: as duas começam a falar inglês com toda rapidez e sotaque americano, e eu fico a ver navios.


Então para comemorar a estadia delas, planejei um dia com programação totalmente voltada para elas: almoço no McDonalds, a tarde jogo de cartas e a noite pizza. Foi uma festa!...  Fernando e Ivan foram heróis:  jogaram Oito Malucos a tarde toda!.. . como também Bia, Yasmim e Juju. 
Depois que Lara chegou, Letícia saiu do jogo. Mateus não se interessou, passou o dia com seus jogos no celular... Pena que Nanda e Duda estavam em Itaquara e não participaram.  Yasmin, que conhecíamos pouco, mas terminou dormindo em minha casa com Bia, é uma menina muito educada e inteligente. E pela primeira vez Lara não queria ir embora, só topou quando Let resolveu ir também. 





Os "marmanjos" (Fernando, Iuri e Ivan) ganharam todas. Não deram colher de chá para as meninas...