quinta-feira, junho 22, 2017

O peregrino





O peregrino Daniel no Caminho de Santiago 






terça-feira, junho 20, 2017

Turistando em Sampa...

Aproveitando a chegada de Beatriz e Letícia em SP, lá fui eu também.  Infelizmente era o feriadão de Corpus Christi e os Rissos, com exceção de Eleusa, estavam viajando.
De tudo um pouco... primeiro a parte cultural, eu e Eleusa fomos  ver o musical Les Misérables  no teatro. Excelente.

No dia seguinte me mudei para casa de Ivan e Joana e fomos turistar na Liberdade com as meninas.  Sexta a noite, a pizza tradicional da casa de Eleusa, foi realizada na casa de Ivan, com presença de Mariana que também passou o fim de semana em SP.
Turistando na Liberdade

Almoço Japonês


programa de paulista sempre tem pizza


Sábado o casamento de Lucy, irmã de Joana. Letícia, 10 anos, que não se lembra de nenhum casamento,  (ela só foi a um, quando tinha 2 anos), queria saber todos os detalhes. E me perguntou várias vezes “o que faz a madrinha!” . Depois de várias respostas não satisfatórias que dei, sugeri ela perguntar a Joana,  que  era madrinha naquele casamento.
O casamento estava marcado para ás 16 h e neste horário os convidados começaram a chegar. As 16:30 h começou a cerimônia.   Em seguida a festa, tudo muito bom, bonito e organizado. O Buffet excelente. As 19 h o jantar foi servido. Em torno de 21:30 h a festa encerrou.  A grande maioria era japonesa, ou nissei, o que explica ser tudo certinho. Belo exemplo principalmente para nós baianos tão desorganizados, eternamente atrasados. Eu pensava: um casamento nesse horário em Salvador, o pessoal começaria chegar provavelmente às 18 h.
Bia e Let com os padrinhos Ivan e Joana

A noiva com Let e Bia


E o "grand finale" no domingo foi a Parada Gay na Avenida Paulista. Divertidíssima. Parecia o carnaval de anos atrás. Gente feliz cantando e dançando. Não vi nenhuma violência, nenhuma briga. Os fantasiados, na maior boa vontade, para tirar fotos com todos que pediam. Todo mundo com celular na mão. Turistas com grandes máquinas fotográficas e nos sentimos seguros no meio da multidão. É claro que só ficamos na Av Paulista e a Passeata seguiu para o Vale do Anhangabaú.  Se tudo foi em paz, não posso garantir.


Nos divertimos na Parada Gay



Após o último trio, a Prefeitura de João Dória em ação...


E foi tão legal que Mariana marcou para a gente se encontrar lá o ano que vem....


segunda-feira, junho 19, 2017

Bernardo


Benvindo Bernardo!... 
nasceu hoje pela manhã. 

É o novo neto de Marlúcia, filho de Zezinho,
bisneto de  Zezinho Barreto.

domingo, junho 18, 2017


Confissões de avós

Hi Man, Mulher Maravilha, Trapalhões, entre outros, foram heróis de Nara e Mariana, minhas filhas, no final da década de 1980. Era sagrado assistir Hi Man no sábado pela manhã no programa da Xuxa, e os Trapalhões no domingo à noite. Quando era lançado um filme dos Trapalhões ou da Xuxa, Amélia, minha mãe, a avó, rapidamente programava sua assistência. Algumas vezes, saiam de Dias D’Ávila, de ônibus, direto para o Shopping Iguatemi, retornando à tardinha; outras vezes, já estavam todas em Salvador, prontas para a ocasião.

Um dia, na minha petulante intelectualidade própria de adultos, perguntei à Amélia como ela tolerava assistir estes filmes. Ela, com um enigmático sorriso, muito discreto mas contente, disse-me que geralmente dormia durante o filme.

Sofia, Octonauts, TinkerBell, entre outros, são os heróis de Paula e Elisa, minhas netas, praticamente trinta anos mais tarde. Em geral, elas dormem em minha casa no final de semana. Após o jantar e o banho, sentamos as três, bem juntinhas, no sofá, para ver a última sessão de vídeo do dia. Confesso que, muitas vezes, procedo como Amélia: dou um delicioso cochilo durante a aventura da interesseira sereia Marina, desejada como um apetitoso jantar por Zig, uma hiena, mas adorada e protegida por um tubarão, Shark, ou então nas aventuras dos poneys de Equestria e o dragãozinho Spike.

Atualmente, o local preferido de Paula e Elisa é a casa da vovó, principalmente pelas sessões de vídeo acompanhadas de pipoca. A sessão final do dia é uma ocasião especial para mim, quando estou inteiramente disponível para participar. Sei que esta atividade é temporal; em algum tempo mais, Paula e Elisa não terão mais vontade de assistir vídeos destes heróis e, talvez, nem queiram vir para a casa de vovó. Mas, enquanto isto acontece, confesso que estou muito contente por ter a oportunidade de participar destes momentos especiais com minhas netas, divertimo-nos muito, sem existir a diferença de gerações.

E os cochilos? Ah, os deliciosos cochilos fazem parte do momento. Sempre me lembro do sorriso travesso de Amélia, quando me contou como assistia a estes filmes. Tenho certeza, assim como eu sinto hoje, que ela não trocava por nenhum outro programa.

terça-feira, junho 13, 2017

A quebra do porquinho

Aconteceu no dia 05 de maio de 2017.
Vamos começar pelo começo, há alguns anos atrás (em torno de 8 anos), no amigo secreto de um Natal de Conquista, escolhi o presente que Daniel tinha levado (esta é outra história muito engraçada, os presentes de Daniel são os mais inusitados possíveis, já teve mãozinha de coçar costas, chapéu de cangaceiro entre outros), para minha sorte foi o melhor presente de todos estes anos em que passamos as festas de final de ano juntos, um porquinho lindo de cerâmica que ele comprou lá para as bandas de Minas Gerais.


A vítima
Karla trouxe o prêmio para o vencedor.
Bem, primeiro combinar como seria, se abriria um buraco para tirar as moedas ou se quebraria inteiro. Resolvemos quebrar todo, pois diante de uma platéia curiosa e já calculista, temos que radicalizar. Primeiro veio o sorteio, conforme lista abaixo. Teve muitas pesquisas no Google, pesamos o mesmo e deu cravado 7 kg, foram 13 pessoas. Uma moeda de um real pesa 7,84 gramas, então já prevíamos que no máximo daria R$ 800,00 se tivesse só moedas de R$ 1,00. Teve até quem achasse que ia dar R$ 1.000,00, que grande ilusão. 

Diante do medo de quebrar no chão e estragar a cerâmica, usamos como estratégia uma bacia com um pano para amortecer a queda. E 

Resultado de imagem para desenho powdeu tudo certo!!!!






 A contagem foi massa, separamos as moedas por valor. Já estava achando que ia ficar rica, tipo, ganhar na loto. Só deu R$ 263,85, imagine juntar moedas por quase 8 anos e só dar isso, pode? Sentimos uma tristeza no ar, todos ficaram decepcionados com o pouco valor.
E o grande vencedor foi o David, que levou o porquinho brinde para casa e que vai ter que repetir a história, ah, mas só vai colocar moeda de R$ 1,00 não é?
Resultado de imagem para desenho felizE como tudo é motivo de festa, fizemos uma comidinha para o povo. Steak Tartare, torta mexicana e como faz um tempinho não me lembro do resto da comidaria. Creio que o valor do porquinho cobriu a festa. 

quarta-feira, maio 31, 2017

Resultado dos sorteios das colchas

Devido a concorrência do Blog com o Whatsapp e Facebook, vejo que não foi publicado aqui o resultado dos sorteios das colchas. Falha nossa. Segue agora um breve resumo.

01 - Colcha de tricô. Família Viana.

Bem o sorteio foi feito no dia 25/12/2017, por tia Ana. Segue abaixo o link do  vídeo.

https://drive.google.com/file/d/0B-QepaVsl4KyN3E0MUE4M1JKb28/view?usp=drive_web

Coisa mais linda, com Iara comentando e filmando.

e o vencedor ..........

E ficou um novo desafio de fazermos uma colcha de fuxico. Os trabalhos já começaram. Agora mãos a obra de novo.

Bem, a colcha teve que sair do Rio para Belém. Como não teve nenhum portador foi por correio e 09 de fevereiro chegou ao destino. Em pleno frio de Belém.
Resultado de imagem para risadas desenho
Chegou!!!! Estou muito feliz
Tá quentinho aqui!!!

02 - Colcha de crochê. Família Barreto.
Resultado de imagem para coração desenho pulsando
Demorou um pouco mais. O sorteio foi na Semana Santa (15/04/2017) em Salinas das Margaridas. Foi muito emocionante, haja coração.

Tio Edinho foi escolhido para fazer o sorteio, com direito a microfone, palco, acompanhamento musical e uma torcida boa demais, afinal, todos queriam ganhar.


Primeiro veio o discurso e a lembrança de vovó Amélia. Depois o sorteio propriamente dito.
O escolhido com acompanhamento musical de prima

Pegando o próximo sorteado
As três finalistas. Juro que não teve mutreta, fiquei em segundo


Gente, nesta hora que Maju doa a colcha a Charles todos choraram
O resultado

 Infelizmente nem todos estavam presente. Tia Noe, Joana, Nana, Aninha não puderam ir, mas foram bem representada.
O sorteio foi o seguinte, cada um que fosse chamado pegava outro nome no copinho e chamava, só o último nome seria sorteado, os demais seriam eliminados. Não sei por sorte ou azar o primeiro nome foi o de Tia Noe (a que mais trabalhou - fez o nome em crochê de todos os participantes na faixa marrom), a primeira eliminada. Depois não me lembro mais a ordem, só as três últimas que está registrado, se alguém lembrar é só falar.
No final a ganhadora foi  Maju que doou a Charles. A cocha, como patrimônio familiar, está na casa de tio Charles em Itaparica, um local que todos frequentam sempre.

São tantas histórias que ficaria um texto imenso e aí ninguém iria ler, termino por aqui e deixo que todos colaborem com os comentários.





quarta-feira, maio 10, 2017

Hoje é dia. Parabéns para Dona Norma

 O que dizer da pessoa mais importante da minha vida. Sempre pronta a cuidar,  dar conselhos, acolher com uma comidinha.
Sem palavras.  Parabéns minha mãe,  e que possamos sempre contar com você em todas as ocasiões.
Te amo

sexta-feira, maio 05, 2017

Aventura em São Paulo

A pedido de Ferro, o grande Industrial.

O ano, 1965.

Perdido de tanto amar, resolvi, passar um mês em São Paulo e Rio de Janeiro (aqui, é outra história). Afinal, meus inesquecíveis tios Dora e Onésimo, e a prima Nete, que ainda morava com os “velhos”, me fizeram o convite.

Depois de trinta horas de viagem em estrada de cascalho, desci de um ônibus numa rodoviária que não recordo o nome, provavelmente a Estação da Luz, às quinze horas. Fui caminhando, (isto mesmo, caminhando!) com uma maleta surrada (ainda não havia roldanas nas malas) - sempre gostei de caminhar apesar de nunca ter sido um Forrest Gump - para a Rua Monsenhor Passalaqua, esquina com a Rua Brigadeiro Luís Antônio. Quase duas horas de caminhada. Enquanto isso, admirava os belos edifícios do trajeto.

Que tempos, heim? Caminhar por São Paulo, imaginem!

Por volta das 17 horas, cheguei ao destino. E após os cumprimentos de praxe, imediatamente queria sair para conhecer a metrópole. Pedi, então, à minha inesquecível prima Nete um pequeno roteiro que pudesse ir e voltar. Ainda não tinha o Google Earth, né!

E lá fui eu!

Na frente do Mappin, encontrei duas garotas e comecei, como um bom baiano, a puxar conversa. Na frase seguinte, chamaram os “guardas”. Sem entender o que se passava, dei a volta no quarteirão e, como não vi nenhum guarda, disse a elas:

“as paulistas gostam de homem ou de mulher?”.

Novamente, chamaram o guarda e, aí, me mandei, fui parar na Praça da República.

Por volta das 18 horas, cheguei à Praça e, logo-logo, fui abordado por um “cara” estranho – o politicamente correto me impede de dizer o que parecia ser –. Imediatamente, fui eu que chamei o guarda.

Seu guarda!!!!!!!

Fazia parte dos meus planos em São Paulo, comprar um equipamento fotográfico de primeira qualidade. Pensei na Yashica Mat, realmente a melhor daquela época.

Dia seguinte, numa loja na esquina da Avenida Ipiranga com a São João, vi numa vitrine vários equipamentos maravilhosos. Anotei os preços e, encostado a uma grande pilastra de um cinema da vizinhança, fazia contas, mentalmente, para ver se o dinheiro dava para comprar a máquina dos sonhos e curtir o restante das férias. Levei um bom dinheiro, evidentemente, todo o adiantamento das férias.

Enquanto pensava, um sujeito fardado de azul bateu no meu ombro. Olhei para trás, e, depois, para o alto, pois o cara tinha algo como dois metros de altura. Até parecia Alváro.

Por quatro ou cinco vezes, o guarda perguntou: “documentos?”. Não entendia nada do que pedia! Para mim, falava russo. Depois de vários questionamentos, tirei uma carteira de identidade, cujo plástico estava quebrado, e dei a ele. Colocou no bolso do “sobretudo” e ordenou que caminhasse na frente até a sala que, parecia, do gerente do cinema. Comigo iam mais cinco sujeitos.

O “gerente” perguntou: malandros?

O guarda respondeu: Desocupados, estão na porta do cinema quando deveriam estar trabalhando.

(Para quem não viveu aqueles tempos, veja: “desocupados, estão na porta do cinema quando deveriam estar trabalhando”. Época em que havia trabalho para todos, a gente procurava um cara para trabalhar e não encontrava, tinha que dar treinamento, treinamento, treinamento”. Viva os tempos áureos!) O PIB crescia a 9, 10, 12 e até a 14%. Era outro Brasil!

Voltando.

Sentamos, todos os desocupados, num banco grande no fundo do gabinete do gerente, gordo, mas vestia um belo terno cinza, dando a impressão de ser um grande empresário. E enquanto o policial fazia, ou “fingia” fazer ligações para algum quartel, os “convivas” iam se levantando e justificando o porque estavam ali. Um dizia, estou procurando emprego, veja o documento. O outro estava de passagem quando fui abordado, etc. e tal.

Sem dever nada a ninguém, acendi o meu “saudoso” cigarro Carlton. E como só tinha eu, e ele continuava a dedilhar o tal telefone preto, pensei:

Vou me defender também.

O puto do policial disse: “que folga, apague esse cigarro!”. Apaguei, claro!

Continuava a perguntar:

O que você fazia na porta do cinema a essa hora?

Respondia a mesma ladainha:

“Eu sou de Salvador, da Bahia, trabalho no Banco do Comércio e Indústria de São Paulo, estou de férias aqui em São Paulo!”

Ele perguntava novamente: O que você fazia na porta do cinema?

Foram, aproximadamente, seis vezes a mesma pergunta e, consequentemente, a mesma resposta. Pensei em correr, fugir, mas, me lembrei de que a carteira de identidade estava com ele.

Já exausto e pensando que tinha entrado numa fria, perdi a paciência e gritei, literalmente, a ponto do gerente do cinema intervir e me chamar a atenção por estar gritando.

“Senhor, não sou malandro, sou cidadão trabalhador. Já lhe disse a mesma coisa dez vezes e o senhor não quer, ou não quis ouvir”. Enfatizei: Sou empregado do Banco do Comércio e Indústria de São Paulo, em Salvador, estou de férias em São Paulo”.

Nesse ínterim, tirei a carteira do bolso – que, por sinal, estava recheada de grana (imaginem se fosse nos dias atuais), pois ia comprar a tal da máquina – e tirei o “aviso de férias” do Banco, e, abaixo, a carteira de estudante de Economia. Ao ver aquilo, já com outra abordagem, com outro tom de voz, pediu para ver.

Ao examinar, devolveu os documentos, caminhou comigo até a saída, pediu inúmeras desculpas e me alertou: “Se algum policial solicitar sua identidade apresente-a logo com o aviso de férias e a carteira estudantil”.

Finalizou pedindo mais desculpas, e dizendo que, ali, ficavam muitos terroristas buscando momentos adequados para atacar.

Era maio de 1965!

Ainda bem que não era 2017, senão, teriam me roubado tudo!

(Hamilton Ipê, enviado por e-mail)


domingo, março 26, 2017

As colchas - Segunda Etapa - De crochê (Família Barreto)


Depois de um tempo finalmente saiu a nossa colcha de retalhos de crochê. 
Bem, o sorteio vai ser em Salinas agora na Semana Santa. Dilza estará lá nos esperando para este grande acontecimento.

Mas sempre temos que contar a história desde o começo.

Bem, e já vai quase um ano. Eu e mainha estávamos em maio de 2016 na Alemanha na casa de minha prima Celinha, quando, ao ver uma colcha de retalho de tricô, tivemos a idéia de fazer com a família.

Lançamos a idéia que foi bem aceita. 

Na família de meu pai, como vocês podem ver em postagem anterior aqui no CA, a colcha foi de tricô e a participação foi bem maior, deu uma colcha de casal e no sorteio quem ganhou foi minha prima Ivete que mora em Belém. A cocha foi enviada pelo correio.


Colcha da Amizade
Na família de minha mãe, por sugestão de Pat, resolvemos fazer de croché. Muita gente duvidou do resultado. Achavam que ia ficar muito feia, sem planejamento, cada um fazendo um quadrado diferente, muito colorida, bem, podemos que ficou muito bonita.

Ah, e uma grande susrpresa, tia Noe fez uma faixa de croché com o nome de todos os participantes. Esta faixa ficou no meio da cocha. Vemos os seguintes nomes : Anete, Júlia, Norma, Luciana, Janete, Joana, Ana, Lilian, Noélia, Dilza, Ana Paula, Cristina, Nadima (amiga de Charles), Charles, Andressa, Vanessa e Isabel. Total dos participantes, 17 pessoas.

No total foram 80 quadrados, como não teve muitos participantes, eu, tia Noe, Mainha, Lilian, Janete e Joana fizemos uma faixa inteira (no total 60 quadrados), o restante do pessoal fez os 20.
E as histórias são muitas.

01 - Charlão foi o único homem da família a participar. Aprendeu com a professora Nadima que participou da elaboração da mesma

02 - A história de Ana Paula. A primeira vez que a prima pegou na agulha pensei "Xiii, esta aí não tem futuro", quando falei isso ela reagiu, encarou como um desafio pessoal e se superou. Aprendeu mesmo.

03 - Zéu e Sandra até que tentaram, mas não deu. Valeu a tentativa.

04 - Janete jogou duro, aprendeu na internet, não queria parar mais, fez mais de 10.

05 - Tininha foi "The Flash" , aprendeu rápido demais.

06 - O quadrado de Bel foi feito na década de 60, ela achou um flor que ela tinha feito e tia Noe completou o quadrado. Ficou lindo.

07 - E o projeto só saiu garças ao esforço das organizadoras e remendadoras. Eu e tia Noe perdemos algumas noites emendando os quadrados e fazendo acabamento. 

08 - Tia Noe conseguiu com muito custo que  Dilza fizesse 03 quadrados

09 - O São João em Salinas reuniu pela primeira vez a família fazendo croché. Muito empolgante.

10 - Esta colcha é em homenagem a vovó Amélia que tinha este projeto em mente e que infelizmente não conseguiu realizar em vida.