sexta-feira, janeiro 11, 2013

Ave, Ayn

Quando a filósofa e escritora norte-americana Ayn Rand (1905-1982), de origem russo-judaica, escreveu isto, até parece que, por antecipação, se referia ao Brasil lulista:

Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada

2 comentários:

Anete disse...

Poxa, faz tempo que estou engasgada com James Joyce, só vou conseguir ler Ayn depois que terminar o Retrato do Artista quando Jovem. Muito chato.

Bel B disse...

kkk... ainda bem que já passei desta fase.. quando o livro tá chato eu largo...