sexta-feira, outubro 12, 2012

Trilogia Turquia - 1. Capadócia

Parte I – Impressões sobre a Capadócia



A Turquia está na moda. Tem muitos, muitos brasileiros fazendo turismo por lá e certamente aumentará com a novela Salve Jorge.

Tivemos guias (turcos) falando português em todos os lugares. E segundo eles muitos virão este ano para o Brasil aprender a língua, pela oferta de trabalho.
Pedras, pedras, cavernas, cidades subterrâneas.. este é o cenário da Capadócia. É bom um pouco de preparo físico se quiser ver tudo. Muito calor durante o dia. Clima seco.


Vale da Imaginação


Tudo estruturado do ponto de vista turístico. Visitamos fábrica de tapetes, de jóias e de roupas de couro. Sempre um show de marketing. Uma pessoa falando português acompanhava-nos por todos ambientes com todas as explicações e sempre esbanjando simpatia. Vinho, água, chá ou café por conta da casa. No final, esta pessoa sempre gentil, agradecia a nossa presença e saía. Entravam em cena vários vendedores e atacavam os turistas já ávidos para fazer compras. Eu não, só ficava assistindo...rsrsrs. Começavam então as negociações, por exemplo, casacos de couro que foram oferecidos inicialmente por 1000 euros, foram resgatados por 300 euros. Negociações erradas também, pulseiras compradas por 300 euros, na fábrica, foram encontradas posteriormente em lojas por 100 euros.
Tapete artesanal
Bicho da Seda






Ficamos hospedados em Ayvali, no Gamirasu Hotel Cappadocia, estilo caverna, com quartos construídos em rochas vulcânicas. Fizemos um passeio turístico pelos quartos do hotel pois nosso grupo ocupava 6 quartos, cada um completamente diferente. Sem ar condicionado, completamente dispensável, pois as noites eram frias. Eu acordava todos os dias às 5h da matina quando ouvia o canto da mesquita chamando os fiéis a rezar. No café da manhã, os iogurte e frutos secos, muitas azeitonas, pimentões secos no azeite, pães deliciosos e outras iguarias. Só não gostei dos queijos, em geral, muito salgados. Enfim, tudo diferente...

Gamirasu Hotel Cappadocia

Gamirasu Hotel Cappadocia - a noite com lua cheia

Gamirasu Hotel Cappadocia - vista externa dos quartos
Vista da cidade da varanda do hotel
O passeio de balão é imperdível. Deslumbrante. Começa as 5h da matina, chegamos ao local já repleto de turistas que assistem os balões sendo preparados. Quando começamos o vôo ainda se via a lua cheia e o sol nascendo. O espetáculo da paisagem e da centena de balões em volta é indescritível. Em torno de 30 a 40 a pessoas por balão. O preço 140 Euros por pessoa. Dura em torno de 1h. (Fotos na postagem abaixo).

6 comentários:

Ivana disse...

Maravilhoso!

Como é bom termos notícias como essa. É uma forma de conhecermos os lugares, através de relatos dos amigos.
Fiquei deslubrada com os quartos feitos em rochas vulcanicas. Como atualmente dou aulas de Mecânica dos Solos, abordo esse tema das rochas vulcânicas, que são formadas pelo refriamento rápido do magma. Assim, não há crecimento de cristais grossos, que ocorre com as rochas ígneas intrusivas ou plutônicas, exemplo dos granitos, cujo refriamento do magma se dá de forma lenta na sub superfície.

Se tiver mais fotos com esses detalhes Bel me envie por e-mail, pois vou colocar nas minhas aulas.

Bjs

Ivana

Anônimo disse...

Adorei o hotel na rocha, realmente foi um passeio deslumbrante.Faço como Ivana, se não for lá um dia, pelo menos conheci através do seu relato com as fotos.Valeu.
Vane

art disse...

Desbunde.

Pat disse...

Bel, você como sempre inovando. Bela viagem!

eleusa disse...

Voces ocupavam 6 quartos. Já saíram do Brasil nessa caravana toda? Pelo jeito a viagem foi belíssima!!

Bel B disse...

Éramos 12 pessoas (3 casais e mais 6 mulheres), todos amigos. Eu só conhecia Bete, Eliane e Marcone. Mas a maioria deles já se conhecia entre si. O encontro foi em Istambul, no dia 28/09. Alguns vieram da França, outros da Itália, outros da Espanha. Só eu saí daqui direto para lá. Foi muito legal. O grupo se deu muito bem. Funcionou como uma pequena excursão. A viagem entre as cidades do interior foram de avião. Em cada lugar já tinhamos uma van (para 12 pessoas) esperando, com guia que falava português.