sexta-feira, agosto 12, 2011

O ogro em sua pujança, retorna às páginas dos jornais

Adivinhem quem criticou a atuação da Polícia Federal na operação que prendeu aqueles patriotas do Ministério do Turismo… Sim, ele mesmo: o Apedeuta. “Não é aceitável que uma pessoa com endereço fixo, RG e CPF seja presa como um bandido qualquer, algemada, como em uma exposição pública”.

É uma besteira! Esses itens não determinam o uso ou não de algemas. Segundo acórdão do STF, elas devem ser empregadas se a pessoa resistir à prisão ou puder pôr em risco a segurança de terceiros. Não tem nada a ver com RG, CPF ou residência fixa… Fosse assim, um sem-casa e sem-documento seria naturalmente “algemável”. Por que Lula não se cala?

Como se sabe, eu mesmo critiquei o que chamei de exageros. Mas eu posso, já expliquei por quê. Lula foi presidente da República durante oito anos. Houve um verdadeiro festival de algemas no período. Curiosamente, e isso sempre foi apontado, as argolas nunca tinham enfeitado os punhos de petistas. Faço uma interrogação que soa como piada: “Seriam eles mais decentes do que os outros?” Não só o Apedeuta não protestava como dizia que, para que aquilo não acontecesse, bastava andar na linha.

O que se depreende disso? Não é que Lula se oponha a exageros. Ele se opõe a exageros contra as “pessoas erradas” — vale dizer: seus aliados. Mesmo dizendo que a PF é uma instituição respeitável, afirmou: “Estamos cansados de ver injustiças neste país”.

Nem diga! Chega de injustiças neste país!

7 comentários:

art disse...

Lula e seus aliados são uma doença venérea que assola o país.

Anônimo disse...

E na época do despota esclarecido, vocês lembram como foi?
Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixaou uma pesada herança para seu sucessor.
1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Denúncias que não puderam ser apuradas graças à providenciais operações abafa apontaram que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique Cardoso foram abastecidas por um caudaloso esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.

CB disse...

então qual seria o correto roubar ou robar?

art disse...

Realmente caro Anônimo, como vc mesmo corrobora mui apropriadamente: lugar de esquerdista é na cadeia.

CB disse...

ô Arthur, assim vc assusta Anônimo, eu tava até curioso..

Pat disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pat disse...

O mais triste é saber que neste grupo tão restrito existam pessoas que apoiam roubo: "se roubaram, porque agora os meus companheiros não podem roubar? Agora é a minha vez."
O peso para o sucessor é o que o sustenta Hoje. Viva o Real!