domingo, junho 12, 2011

ela voltou !!!!!!!!!!!

Talvez ocupada em nomear os ladrões de casaca para os lugares certos, talvez ocupada na demissão II do ministro da casa da mãe joana -décimo ministro a ser demitido por corrupção desde o início da saga lulo petista. Confesso que fiquei triste nestes primeiros meses de "governo" da Dilma, não peguei nenhum pronunciamento portentoso, como eram aqueles durante a campanha, mas a paciência veio a ser premiada pela entrega de 500 casas em Blumenau na semana passada. O jornalista Celso Arnaldo, também detentor de uma paciência búdica fez transcrições interessantes, um brinde:


“Agora, senhoras e senhores, com a palavra a senhora presidenta da República, Dilma Rousseff.”

Dilmá, Dilmá, Dilmá, Dilmá, Dilmá!(galera ensandecida)

Com a palavra:

“Eu queria primeiro dá boa tarde a todas as, as mulheres de Blumenau. E queria também desejá um comprimento muito fraterno a todos nossos companheiros homens aqui presentes”.

Calem-se os boatos recidivantes sobre sua saúde: no discurso de Blumenau, por ocasião da entrega de 580 “moradias” do programa Minha Casa, Minha Vida (agora só faltam 1.999.420 no PAC2), a presidenta Dilma voltou à plena forma, como a única usuária da língua portuguesa capaz de “desejar um comprimento” e saudar os “companheiros homens”, certamente para distingui-los dos companheiros mulheres.

Nota minha: Gênero e plural estão para ser banidos pelo MEC na ação brilhante do meliante cultural Haddad.

A interminável “sessão-comprimento”, antes de cada discurso, já virou marca registrada do estilo Dilma – sempre como preâmbulo do grotesco. Mas esqueça o “comprimento”. Nos 3 anos e 6 meses que ainda tem de governo, ela nunca aprenderá a dizer cumprimento – e nenhum dos áulicos que a cercam se atreverá a corrigi-la, talvez porque não percebam nada de errado.

“Queria também comprimentá o Cedenil, aqui, que foi um dos falaram aqui hoje, presidente da Federação da Associação dos Municípios do estado de Santa Catarina”.

Humm. E o tal Cedenil, nome estranho, ninguém viu. O nome do atual presidente da FAMESC é Lenoir Henrique – parecido, mas não muito, se bem que posso estar enganado, já me desculpando com o Cedenil.

Agora, preparem-se (é de tirar criança da sala):

“Porque ter um teto é uma questão de segurança. Ter uma família e ter um local onde você possa desenvolver suas relações afetivas é o direito de todo ser humano, das mulheres, porque é lá que elas criam seus filhos, é lá que ela estabelece essa relação familiar que vai criar brasileirinhos e brasileirinhas pra serem os futuros adultos. A casa é, eu diria, um símbolo do cerne de uma nação. É lá que um país tem segurança também, porque essa primeira segurança de sabê que seus filhos vão tê abrigo. Essa questão da proteção que é algo que a humanidade busca desde que cumeçô a se transformá e virá cada vez mais humanos. Nós precisamos de abrigo porque o abrigo nos dá proteção. Todos brasileiros têm direito à proteção de um teto, de um lar, onde criar seus filhos. Por isso, eu tenho imenso orgulho desse programa Minha Casa, Minha Vida, orgulho não porque o estado brasileiro parô de achá que todo mundo tinha de encontrar um jeito de tê casa independente de quanto ganhava. E nós mudamos essa compreensão”

O risco que o Brasil corre continua a ser alto...

Um comentário:

Fernando disse...

Ele voltou!... Sem comparações com o artigo, é claro, mas Art tinha sumido do blog..
O pior é que ela não voltou só... Ele está atrás. Solução: guerra civil!