terça-feira, janeiro 04, 2011

EUA - lá fui eu....

Ainda não me veio inspiração para escrever desde a viagem. Mas vou fazer um resumo para não passar em branco.
1ª etapa - Dia 19/11/2010 fui para os EUA, saí de Salvador pela manhã. Encontrei na ida um casal que me orientou como passar na Alfandega, não me desgrudei deles. Quando cheguei em Miami, já sozinha, encontrei com Melina na fila para a conexão para Atlanta (Coincidência como esta, nunca mais!).
2ª etapa – De Miami liguei para Diego que estava vindo de trem de Meridiam para Atlanta me encontrar, para conseguir ligar foi um parto, só estava com notas de U$ 100,00, tive que sacar um valor menor para que pudesse trocar por moedas (engraçado como lá tem pouquíssimos telefones de cartão) e conseguir fazer a ligação. Ele ainda estava no trem e iria me esperar no aeroporto. Quando cheguei a Atlanta não o encontrei, fui andando procurando algum lugar para trocar moedas para conseguir ligar. Fiquei imaginando que ele ainda não tinha chegado e resolvi ir logo alugar o carro (qualquer coisa iria pegar ele na estação de trem – já viram que ousadia..rs..rs..). Bem, as locadoras são um pouco longe, tem que pegar um trenzinho e rodar um bocado. Chegando lá, “perguntei” – isto é, mostrei o papel - sobre minha reserva, estava tudo OK, perguntei aonde tinha um telefone para ligar - o pior é que continuava sem moedas (descobri que lá moedas são imprescindíveis). Fui ao outro andar fazer a ligação, abordei o funcionário de uma outra locadora, que quando viu meu desespero, “I need .... to – apontei o orelhão – my son.....” e apresentei uma nota de U$ 5,00. A solidariedade é perfeita..., ele entendeu tudo e voltou com 1 dólar de moeda. Ufa... Bem, daí para ligar foi outro problema, Diego não atendia de forma alguma (o celular dele estava sem bateria – e tbém sem créditos)... imagine o desespero. Ainda bem que a mala estava leve, peguei o trem de volta e quando cheguei à entrada do aeroporto, vejo a coisa mais linda da minha vida...será que era ele mesmo? E se não fosse? Ainda estava um pouco longe. Gritei...Diego...Diego...., e lá vem ele, de cara fechada.... p da vida ..... Grande encontro depois de quase um ano sem ver o moleque. Ele ficou esperando quase 2 horas num lugar e meu desembarque foi em outro. Que culpa tenho eu... O pior, quando entramos no trem ele me abraçou e disse “ Não me lembrava que você fosse tão baixinha”. Filhos....
3ª etapa – Pronto, agora já tinha um interprete.
Fomos alugar o carro (com GPS, claro) para ir para Greenville, isto já era tarde da noite, creio que às 23 horas conseguimos sair de Atlanta.
Imagine dirigir pela primeira vez em um país diferente de noite, terrível e ainda por cima cansada de tanto viajar...
Lembrando que a comemoração do niver de Lulão foi no sábado e era sexta feira.
Meu primeiro carro nos EUA foi um Ford Fusion – que pobreza.
Realmente fiquei um pouco insegura ao dirigir e Diego falando, é pista de alta velocidade corra... o GPS de vez em quando apronta e nos fez dar umas erradas tipo entrar numa direita e voltar para o mesmo lugar, passar por um pedágio que não fazia parte do roteiro (U$ 0,50, a felicidade foi que Diego tinha uma moeda, nem imagino como faria para trocar meu dinheiro para pagar o pedágio).
Mas dirigir nos EUA é muito fácil, no Brasil é mais complicado, as pistas mesmo para as cidades pequenas são triplas, quando tem uma ponte vira dupla, filé de estrada, buracos...nem pensar.
Bem, como não poderia deixar de ser, tive que fazer meu pit stop para vencer o sono. Primeiro passei no drive thru da Mac Donald, comemos e tirei aquele cochilo, Diego me acordou e pediu para adiantar, mas eu ainda estava com sono. Saímos e alguns km depois, não muito, adivinhe quem está dormindo do meu lado... meu co-piloto. Não resisti, parei de novo num posto e terminei a minha dormida.
4ª etapa – Bem, chegamos a Greenville já 4:30 horas da madruga, não posso esquecer de contar que já chegamos no local da festa. Acreditem, anotei na agenda o local da festa e foi este endereço que passei para todos os formulários de imigração. Ainda bem que Diego tinha um Kindle e assim podemos pegar o endereço certo.

obs: para não ficar cansativo postarei as outras etapas depois.
E eu não estava inspirada, e pior, isto só foi o primeiro dia ....

3 comentários:

nelma disse...

Nossa!
O relatório completo vai dar um livro!
Beijos!

Igor disse...

Pelo menos não estraviou as malas como fizeram Ivan e Joana na chegada a Houston semana passada. Como pode estraviaram as próprias malas e tivemos que tomar um chá de cadeira de umas duas horas.

Bel B disse...

Até que em fim... aguardamos os próximos capítulos e fotos.