terça-feira, novembro 23, 2010

Marilena Chauí

"A guerra se deu entre o preconceito e a verdadeira informação"
Em entrevista à Carta Maior, Marilena Chauí avalia a guerra eleitoral travada na disputa presidencial e chama a atenção para a dificuldade que a oposição teve em manter um alvo único na criação da imagem de Dilma Rousseff: "o preconceito começou com a guerrilheira, não deu certo; passou, então, para a administradora sem experiência política, não deu certo; passou para a afilhada de Lula, não deu certo; desembestou na fúria anti-aborto, e não deu certo. E não deu certo porque a população dispõe dos fatos concretos resultantes das políticas do governo Lula". Para a professora de Filosofia da USP, essa foi a novidade mais instigante da eleição: a guerra se deu entre o preconceito e a verdadeira informação. E esta última venceu.

7 comentários:

Bel B disse...

Pensei que ART estava fazendo propaganda de Marilena Chauí!... kkkk

Alvaro Risso (CE) disse...

A guerra na verdade foi entre o preconceito e a falta de informação. O pt mentiu deslavadamente e nunca na história destepaiz a máquina governamental foi despudoradamente utilizada para eleger um candidato. Nem adianta falar como FHC se comportou na eleição Serra-Lula em 2002, porque essa juventude que votou na criatura, não se interessava por política e ética na época. Aliás, nem agora. Marilena Chauí... ninguém merece!

art disse...

A dita filósofa está mais assanhada do que lambari na sanga. Não fala mais com a “mídia”, mas seus “atos de protesto” só ganham visibilidade porque a “mídia” fala dela. Folha e Estadão trazem hoje notícia do ato que ela liderou ontem na USP em defesa da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Um ato chamado de “suprapartidário” (pare de rir, leitor, para continuar a ler o texto). Ela já havia feito o mesmo na Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Tanto o primeiro como o segundo são ilegais e agridem a Lei Eleitoral. Esquerdista não dá bola para isso. Acredita que não se faz justiça sem afrontar a lei. É uma questão de ideologia, mas também de caráter.

art disse...

A marilena deixou de ser filósofa quando elaborou os textos sobre a ética em spinoza, é um ASSOMBRO de falta de carácter. Acima postei apenas uma das inúmeras ilegalidades que essa acadêmica menor implementou durante as eleições.

art disse...

E aqui para nós, 44 milhões não querem Dilma, mesmo com a propaganda da máquina governamental, a Fiona não fez 60% dos votos.

eleusa disse...

Bel, tive o mesmo pensamento..rsrsrs

Fernando disse...

Se fizer uma proporção matemática 44 milhões de votos de pessoas pensantes, capazes, empresarios, contra 55 milhões de bolsa-familia, corruptos, votos comprados, e uns poucos por ideologia. A máquina se move por pessoas que pensam, participam, trabalham, criam, tranforma, faz o país andar... o resto é tudo dependente do sistema. O assunto tem que ser encerrado. Não tem volta. Daqui a 4 anos vamos avaliar. Durante este período se possível todos trabalhem e tentem organizar sua rua...