quinta-feira, setembro 09, 2010

A estirpe Dilma procria, pena que as de suas vítimas, não

Aos Jovens da Caravana: Existe o mito, que Dilma "lutou contra a ditadura". Isto é mentira. A menina rica de Belo Horizonte se apaixonou por um membro (ops!) da extrema esquerda, e forneceu o apartamento da família no Rio de Janeiro para fomentar um golpe comunista que foi neutralizado por outro golpe em 64. Ela não resistiu à ditadura (Ops !) ela a provocou:

Solidarizo-me, por isso, com os familiares de Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen, Wenceslau Ramalho Leite, José Antunes Ferreira, José do Amaral, David A. Cuthberg, Cidelino Palmeiras do Nascimento, Aparecido dos Santos Oliveira e Kurt Kriegel, algumas das pessoas assassinadas pelo Colina e pela VAR-Palmares, grupos terroristas a que Dilma pertenceu. Isso também é um assunto de família, não? E também é um tema político. Como o neto da candidata.

Nesse grupo, há motorista de táxi, comerciante, soldado, marinheiro estrangeiro que nada tinha a ver com o peixe… Os que eram pais não puderam ser avós; os que eram solteiros nem pai conseguiram ser.

Volto a parabenizar Dilma pelo nascimento de seu neto. Que a experiência seja vivida com o devido decoro. O mesmo senso de decoro que me leva a lembrar o nome de algumas vítimas do terror. Política é algo que deve mesmo ser pensado com desassombro, tendo a verdade como norte. As famílias desses mortos não receberam indenização. Ao contrário: alguns assassinos foram indenizados.

Um comentário:

CB disse...

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